Quem vê Greg Pattillo, Eric Stephenson e Peter Seymour andando por uma viela qualquer com seus instrumentos pesadíssimos, pensa que eles integram alguma orquestra municipal e costumam tocar Bach e Mozart em teatros municipais.

Não é bem assim que funciona o Project Trio. Um violoncelo (Eric), um contrabaixo (Peter) e uma flauta (Greg) fazem toda a diferença em um dos grupos experimentais mais aclamados da atualidade.

Todos os instrumentistas são reconhecidos pelo que fazem: Greg foi considerado o maior flautista contemporâneo pelo jornal “New York Times”; Eric já ganhou imensas congratulações do Cleveland Institute of Music Symphony Orchestra, renomada instituição de Ohio, nos EUA; e Peter já ganhou o prêmio de melhor solista em 1996 pela Downbeat Magazine, a mais conceituada publicação de jazz, após tocar temas de Wynton Marsalis e Bobby McFerrin.

O grupo veio do Brooklyn e busca influências mistas: de Mahler, Stravinsky e Beethoven, passando pelo bebop e modal de Charlie Parker e Miles Davis, até Beatles, Led Zeppelin e Rolling Stones.

Depois de lançar dois trabalhos anteriores, eles acabam de finalizar o álbum homônimo, Project Trio. As faixas, uma mais incrível que a outra, transpõem a energia das jam sessions do grupo para os seus ouvidos: basta conferir as incríveis “Fast”, “Grass” e até mesmo um tema de “Sweet Child O’Mine”, do Guns’N Roses.

Com mais de 20 milhões de acessos no canal do YouTube, o Project Trio veio para abalar o cenário jazz/experimental com suas apresentações incendiárias.

Veja os vídeos abaixo e descubra o porquê.