Natural da cidade de Sorocaba (SP), Paula Cavalciuk parte da ironia ao interpretar uma dondoca que fala de sua faxineira como se ela fosse um ser inferior. Faz parte da quizumba a sonoridade tipo marchinha e uma espécie de língua-de-sogra, que cadencia o single “Maria Invisível”.

Ela é muito bem paga/Para cuidar dos meus filhos/Só não tem tempo pros seus/Mas isso também já não é problema meu, entoa, como muitas peruas entoariam achando que estão nesse ‘direito’.

De acordo com Paula, as influências partem de Karina Buhr, Céu e Tulipa Ruiz. A cantora venceu o Prêmio Sorocaba de Música com esta composição, depois de acumular experiência cantando em tributos de Etta James, Os Mutantes, The Cranberries, entre outros.

Atualmente, ela trabalha em um espetáculo sobre Dolores Duran.

O disco de estreia de Paula deve sair em outubro, mas ainda não foi confirmado o título.

Veja o clipe de “Maria Invisível” no player acima. Caso esteja visualizando via celular ou tablet, clique aqui.