Escrito por Tiago Ferreira em sábado, setembro 18, 2010 6 Comentários
Confira um post especial em homenagem aos 40 anos da morte de Jimi Hendrix
Na ativa desde 2003, os croatas investem no som pesado em busca de uma nova identidade para a música instrumental, sempre bebendo na fonte de clássicos




Santana ousa ao recriar canções como “Whole Lotta Love” ou “Sunshine of Your Love” sem soar como covers pretensiosos. Sim, quem gosta de rock vai amar este álbum. Mas, quem gosta particularmente de Santana, pode perceber que um pouco de sua característica pessoal se esvaiu, como se o guitarrista tivesse medo de deixá-las expostas demais e acabar não agradando os fãs mais radicais do bom e velho rock’n roll.





Primeiro disco de projeto de Danger Mouse (Gnarls Barkley) e James Mercer (The Shins) mostra novos caminhos para a música pop. No duo Broken Bells, o que impera é o lado soul, mas totalmente vintage, com leves toques pop. O álbum homônimo do grupo foi lançado em março deste ano e conquistou a crítica por suas letras e arranjos bem condensados, que trabalham o lado emocional das canções de forma consistente com riffs improváveis e sonoridades experimentais em uma singela atmosfera melancólica.





Cindy Blackman, baterista conhecida por tocar com Lenny Kravitz, homenageia Tony Williams, que eternizou o fusion jazz nas baquetas. Em Another Lifetime, é possível ver o flerte da baterista com o rock, revitalizando um ritmo musical que ganhou popularidade no final da década de 1960 após a legendária formação da big band de Miles Davis, que culminou em álbuns históricos como Bitches Brew.
Escrito por Tiago Ferreira em quinta-feira, setembro 2, 2010 2 Comentários




Barulhento como Myths of the Near Future, Surfing the Void busca fugir das rotulações indie que contaminaram a produção musical inglesa, mas acaba perdido no espaço. Repleto de referências alucinógenas (vide “Extra Astronomical”) e uma postura fora do comum (quem senão eles para afirmar que iriam direcionar verbas para a pesquisa de telepatia?), o álbum tem muitos pontos altos, mas está numa linha tênue demais entre a música barulhenta de qualidade e ruídos inaudíveis.
Escrito por Tiago Ferreira em domingo, agosto 29, 2010 6 Comentários





Blues arrastado do duo Dan Auerbach e Patrick Carney trafega por caminhos tortuosos e barulhentos, mas sem deixar de agradar os ouvidos. Uma fábrica de hits blueseiros-modernos de fácil audição. O álbum é bem produzido e mostra que os integrantes conseguem se virar muito bem ao misturar outros elementos sonoros às suas canções, indo além da base guitarra-e-bateria.
