Na Mira do Groove

Escrito por Tiago Ferreira em quarta-feira, dezembro 8, 2010 1 Comentário 

Man On The Moon II: The Legend Of Mr. Rager é o segundo capítulo de uma possível trilogia, que iniciou com End Of The Day, o primeiro disco. O álbum tem cinco atos, que começam com o mundo construído pelo alter-ego do cantor, passando por uma viagem sinistra (incluindo “Marijuana”, R&B sessentista, e “We Aite”, dub introdutório para uma trip vibrante), momentos de festa, transformação e aprendizado da vida.

Escrito por Tiago Ferreira em domingo, dezembro 5, 2010 Deixe um Comentário 

Aos 48 anos, Femi Kuti lança seu novo álbum, Africa For Africa, com abordagens diferentes de seu pai – ainda que a estética prevaleça a mesma. O modo como Femi evoca a narrativa das canções é carregado do mesmo sentimento de revolta que Fela trazia com suas bandas de apoio Africa’ 70 e Egypt’ 80.

Lançado em uma edição especial da revista inglesa Classic Rock Magazine, The Wörld Is Yours é o vigésimo álbum do Motörhead. Não é nada diferente de tudo o que você já escutou da banda. Ainda bem! Afinal, seria uma decepção vê-los fugir daquilo que durante décadas eles vêm propagando como estilo de vida.

Cultuada banda de punk/hard core dos anos 90, o Superchunk acaba de lançar um álbum novo após um hiato de quase nove anos. O álbum é pancada do começo ao fim. “Digging For Something” introduz com uma levada que lembra bastante os grupos de hard core que invadiram a MTV no começo dos anos 2000. Com a diferença de que os caras têm muito mais experiência que todos eles. Afinal, desde 1989 o barulho movimenta o Superchunk.

Experimentações com rock, hip hop, blues e R&B são surpreendentes, tão limpas como o arco-íris que enfeita o céu depois da chuva. Ao contrário de seu trabalho anterior, 808 & Heartbreak, Kanye não investiu tanto nas rimas. A busca pelo lirismo já dava seus primeiros passos, mas é em Fantasy que ele ganha o devido corpo, com pianos e guitarras R&B que beiram o psicodelismo.

Escrito por Tiago Ferreira em quinta-feira, novembro 18, 2010 2 Comentários 

Efeitos eletrônicos simulam o mesmo peso dos trabalhos anteriores, criando uma atmosfera que oscila entre dance music e referências regionais. Em relação aos outros álbuns, Maya está mais melódica, ainda que resquícios de sua fissura por sonoridade esquisita e bem barulhenta tenha se tornado praticamente onipresente em todas as 16 faixas.

Escrito por Tiago Ferreira em quarta-feira, novembro 17, 2010 1 Comentário 

Apesar das influências atemporais, Warpaint faz um som tipicamente próximo do The xx com uma pitada de Cat Power. Incursões sonoras surgem aos montes nas nove canções do álbum, mas é o baixo de Jenny Lee Lindberg que sobrepõe toda a unidade rítmica. Ouça na íntegra.