Na Mira do Groove

Escrito por Tiago Ferreira em quarta-feira, agosto 17, 2011 2 Comentários 

A cidade de São Paulo em 19 capítulos (ou faixas) que narram a trajetória de personagens que vivem no imaginário de cada morador desta megalópole. A primeira coisa que deve ser notada no trabalho solo de Ogi é a sua aproximação com a embolada. O verso ‘eu conto histórias das quebradas do mundaréu’, de “Cidade com Nome do Santo”, carrega o sotaque de um descendente nordestino que não nega suas raízes.

Escrito por Tiago Ferreira em terça-feira, agosto 16, 2011 7 Comentários 

O autor destas linhas sentiu a necessidade de rever um dos discos mais ambíguos de 2011 com um novo olhar. E quase não consegue sair dessa selva tribal e intrigante. The King of Limbs parece transpor todas as experimentações musicais pós-anos 2000 ao centro do mundo: a África. O Radiohead atinge um som tribal e, ao mesmo tempo, denso, sem perder suas características.

Escrito por Tiago Ferreira em segunda-feira, agosto 15, 2011 2 Comentários 

A chillwave em um diálogo mais aproximado com o rock indie e a música experimental. Se a ideia é trazer uma nova abordagem de músicas pop com a chillwave, digamos que o Washed Out já está avante, pensando em um pós-pop e já fazendo a releitura deste cenário. Ouça o álbum na íntegra.

Escrito por Tiago Ferreira em sábado, agosto 13, 2011 4 Comentários 

Rappers se uniram (mais uma vez) para criar um Olimpo imaginário buscando novas abordagens para a música pop. Se por um lado Jay é um dos caras que está por trás de todo esse hedonismo que cerca o hip hop, pode-se dizer que We é responsável pela intersecção com a soul music e o R&B. E essa habilidade de ambos vem crescendo de forma exponencial: Jay-Z é o homem de negócios da indústria musical negra mais bem-sucedido dos Estados Unidos; Kanye West é o tal gênio incompreendido que se compara a Hitler.

Escrito por Tiago Ferreira em terça-feira, agosto 9, 2011 1 Comentário 

Grupo de folk convida os ouvintes a desbravarem uma selva de curiosidades e abstrações em um dos álbuns mais criativos de 2011. Todo o conceito dele está escondido naquela selva da capa, talvez o refúgio imagético que Justin Vernon teve ao compor as canções deste disco.

Escrito por Tiago Ferreira em quinta-feira, agosto 4, 2011 7 Comentários 

Em novo álbum, compositor carioca versa em tom descompromissado sobre as pequenas sutilezas sentimentais. Toda a beleza de Chico também pode ser atribuída ao tempo. Não apenas o tempo de estrada, mas o tempo para consolidar a obra. Em uma entrevista pela web, Chico Buarque revelou que todos os takes das 10 canções do álbum foram trabalhadas sem pressa na casa do maestro Luiz Claudio Ramos.

Escrito por Tiago Ferreira em quarta-feira, agosto 3, 2011 2 Comentários 

Grupo traz ótima dinâmica nos instrumentos de corda e efeitos lo-fi, estabelecendo uma ponte entre acid rock e o funk dançante de Prince-com-um-quê-de-Funkadelic. Lo-fi também pode ser bem encaixado em Unknown Mortal Orchestra, algo bem evidente em “Little Blu House”.