Gravadora: Crooked Tree Records
Data de Lançamento: 8 de agosto de 2016
O ex-guitarrista da banda Sin Ayuda, DIAZ, passou a fazer diversos trampos solos, divagando e divagando em formatos estéticos convergentes.
Em 2014, por exemplo, flertando com noise e sons psicodélicos como se estivesse nas picapes, fez ousada incursão em Nuances Bizarras Sobre Condições Adversas – considerado um dos melhores EPs daquele ano pelo Na Mira.
Em Death to the Diaz, o músico paulista viajou legal nas brisas solo de John Frusciante (ex-Red Hot Chili Peppers), mais uma vez em faixas curtíssimas.
De fato, trata-se de um EP de insights. Produtores espertos pegariam boas ideias exploradas nas linhas de baixo e no andamento percussivo de “Billy Bob Thorton Funk You” ou nas distorções de “1ma de Morrer”, enquanto outros takes, como “Exile”, juntam spoken-word e o violão seco da psicodelia nordestina.
O título tem lá seu significado: trata-se do EP final do DIAZ. “Mas relaxe!”, alerta o texto de divulgação (assinado por Mario The Alencar, que também fez a arte do EP). “Às vezes, precisamos sacrificar uma alma velha para que outra com boas energias possua-nos”. (Vale lembrar que o DIAZ ajuda a divulgar diversos músicos alternativos pelo selo Polidoro.)
As canções foram escritas entre 2010 e 2016. Muitas delas, inclusive, estavam trancafiadas.
A produção do EP é do próprio DIAZ; ouça no player abaixo:
Errata:
• O Mestre Xaman foi um projeto de DIAZ com bandas como Hierofante Púrpura, Labirinto, entre outros. Não é uma banda regular que ele ainda mantém, como estava anteriormente.
