Escrito por Tiago Ferreira em terça-feira, maio 3, 2011 2 Comentários






Projeto da cantora Merrill Garbus forma um elo mais aproximado com jazz, R&B, folk e funk. Funciona como uma despretensiosa junção entre Caribou e Dirty Projectors. Merrill já afirmou em entrevista que adquiriu um interesse estranho ao poder dos saxofones como expressão musical, citando Fela Kuti como grande influência.
Escrito por Tiago Ferreira em terça-feira, abril 26, 2011 2 Comentários





Por mais que seja de difícil audição, álbum supõe novos caminhos para a música experimental. Dos efeitos vocais à lá Brian Wilson às experimentações eletrônicas do Daft Punk, Panda Bear extrai múltiplos caminhos sonoros de forma natural em seu quarto trabalho solo. Ouça na íntegra.





Registro ao vivo evidencia o Caribou como um dos projetos mais relevantes da atualidade. Álbum resgata o avant-garde esfuziante de ícones como Sun Ra (com quem o trompetista Marshall Allen já tocou) e Ornette Coleman. Ouça o álbum na íntegra, gravado numa sessão especial em Nova York, em 2010.
Escrito por Tiago Ferreira em terça-feira, abril 19, 2011 4 Comentários






Novo álbum teve tratamento mais suavizado por conta da produção de David Sitek. É diferente dos outros que já foram lançados, mas continua surpreendendo. Afinamento do discurso já vinha ocorrendo desde Dear Science (2008), trabalho que alçou o TV On The Radio. Ouça na íntegra.
Escrito por Tiago Ferreira em quarta-feira, abril 6, 2011 3 Comentários





Este é o melhor disco do grupo, que também contou com a produção de Butch Vig (de Nevermind). Melhor ainda que o já seminal The Colour and The Shape. Dave Grohl decidiu recorrer ao peso sonoro, seu grande artifício. “Bridge Burning” abre o disco com um riff tácito que indica que algo barulhento está por vir. Então chega a bateria de Taylor Hawkins, como se fosse uma manada de elefantes, dando pulsação a um dos refrões mais pegajosos de 2011.
Escrito por Tiago Ferreira em sábado, abril 2, 2011 4 Comentários





The Beatles, tropicalismo, sonoridades psicodélicas com percussões africanas… A semelhança com a psicodelia à brasileira aparece na faixa-título do álbum com um riff que lembra bastante aqueles vindouros anos 60, com os irmãos Sérgio Dias e Arnaldo Baptista trabalhando nos melhores acordes com equipamentos considerados de baixa qualidade na época. George Harrison poderia ficar orgulhoso.
Escrito por Tiago Ferreira em terça-feira, março 29, 2011 4 Comentários





Produtor faz uma miscelânea bem-sucedida de funk e disco com britpop e rock indie. Chazwick Bundick, o único membro-permanente, tenta soar o mais cru possível. “Eu queria alguma coisa que soasse como um My Bloody Valentine hip hop”, disse o músico.
