Escrito por Tiago Ferreira em sábado, março 12, 2011 3 Comentários




Confira a crítica do álbum Smoke Ring For My Halo, de Kurt Vile. Disco pode causar comoção se for escutado com a devida intensidade. Em alguns momentos, Vile também trilha pelo lado, digamos, mais classicista dos Rolling Stones. Os pianos que acompanham o violão e os solos muito bem executados de “Society Is My Friend” poderiam muito bem servir como pano de fundo para um “Tumbling Dice” mais encorpado.
Escrito por Tiago Ferreira em quinta-feira, março 3, 2011 3 Comentários





Crítica do álbum Onde Mora o Segredo, de Aricia Mess, que recria um ambiente de soul music e afro-beat com muitos riffs elétricos e pontuações funk nos contrabaixos. De todos os temas que podem levar ao balanço, Aricia proporciona ótimos momentos quando externa seus desejos pessoais, como em “Black Is Beautiful”, momento em que clama por um parceiro “de cor, um deus negro”.
Escrito por Tiago Ferreira em quinta-feira, janeiro 27, 2011 6 Comentários




White mostra por que é um dos guitarristas mais versáteis e habilidosos da música contemporânea ao recriar um ambiente blueseiro para Wanda brilhar. Covers também não poderiam ficar de fora. Da decadente balada “Busted”, de Johnny Cash, ao já recatado hit de Amy Winehouse (“You Know I’m No Good”), Wanda consegue forjar sentimentalidades sem expor demais seu interior, algo que requer grande habilidade.
Escrito por Tiago Ferreira em terça-feira, janeiro 11, 2011 2 Comentários





Bases são obscuras e estão mais próximas do hip hop noventista do que a renovação sonora que vem suavizando o ritmo com o passar dos anos. Apollo Kids saiu no final de dezembro, quando as publicações estavam formando suas listas retrospectivas para resumir 365 dias de atividade musical em algumas poucas linhas. E isso, de certa forma, acaba ofuscando a promoção de seu trabalho – que não pode deixar de ser comentado.
Escrito por Tiago Ferreira em quarta-feira, dezembro 8, 2010 1 Comentário




Man On The Moon II: The Legend Of Mr. Rager é o segundo capítulo de uma possível trilogia, que iniciou com End Of The Day, o primeiro disco. O álbum tem cinco atos, que começam com o mundo construído pelo alter-ego do cantor, passando por uma viagem sinistra (incluindo “Marijuana”, R&B sessentista, e “We Aite”, dub introdutório para uma trip vibrante), momentos de festa, transformação e aprendizado da vida.




Cultuada banda de punk/hard core dos anos 90, o Superchunk acaba de lançar um álbum novo após um hiato de quase nove anos. O álbum é pancada do começo ao fim. “Digging For Something” introduz com uma levada que lembra bastante os grupos de hard core que invadiram a MTV no começo dos anos 2000. Com a diferença de que os caras têm muito mais experiência que todos eles. Afinal, desde 1989 o barulho movimenta o Superchunk.
Escrito por Tiago Ferreira em quinta-feira, novembro 18, 2010 2 Comentários





Efeitos eletrônicos simulam o mesmo peso dos trabalhos anteriores, criando uma atmosfera que oscila entre dance music e referências regionais. Em relação aos outros álbuns, Maya está mais melódica, ainda que resquícios de sua fissura por sonoridade esquisita e bem barulhenta tenha se tornado praticamente onipresente em todas as 16 faixas.
