Um dos maiores cantores populares brasileiros, antes de Roberto Carlos o músico Nelson Gonçalves encantou muitas donas de casa pelas frequências sonoras do rádio. Tentar imitar sua voz é algo inconcebível hoje em dia.

É por não fazer isso que a banda Vitreaux garante uma interessante releitura de “Vermelho Vinte e Sete”, que conta com a produção de Filipe C. (que também assume o selo Monotune).

A banda está preparando o seu primeiro EP, que deve ser lançado ainda neste ano.

A faixa “Vermelho Vinte Sete”, vale frisar, foi lançada como um compacto por Nelson Gonçalves, em 1956, e tinha uma levada forte de tango.

Para a versão, o Vitreaux tentou soar moderno e vintage ao mesmo tempo. Uma sonoridade folk-iê-iê-iê agitada, talvez influenciada pelo trabalho de Bárbara Eugênia com pitadas de O Terno.

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