Escrito por Tiago Ferreira em terça-feira, fevereiro 8, 2011 5 Comentários





Kaputt tem doses de experimentalismo: a dinâmica criada entre o soft rock e o sax de fundo gerou um casamento perfeito, graças ao clima soturno proporcionado, principalmente, pelos vocais de Daniel Bejar (The New Pornographers). Há também o flerte com os primórdios da new age, principalmente no período pós-Joy Division, onde a tristeza desoladora começava a dar lugar às canções dançantes.
Escrito por Tiago Ferreira em segunda-feira, janeiro 17, 2011 4 Comentários





Nas canções de Anna Calvi, ritmos como folk, rockabilly e flamenco formam um casamento estranho, que chega a se tornar obscuro. Outras referências como música gótica e erudita também estão presentes no trabalho homônimo da cantora, talvez o primeiro grande álbum de 2011.
Escrito por Tiago Ferreira em quinta-feira, dezembro 16, 2010 1 Comentário





Em The Age of Adz, Sufjan Stevens apostou mais no seu lado produtor e plastificou sonoridades que vão de orquesras eruditas aos barulhos mais inusitados. Se antes o músico sentia-se inseguro de interferir nos barulhos inovadores que buscava, essa preocupação agora se apresenta como uma nova possibilidade. O álbum abre com o piano e os vocais sintetizados de “Futile Devices” e encerra com uma experimentação de mais de 25 minutos da faixa “Impossible Soul”.
Escrito por Tiago Ferreira em domingo, dezembro 5, 2010 Deixe um Comentário





Aos 48 anos, Femi Kuti lança seu novo álbum, Africa For Africa, com abordagens diferentes de seu pai – ainda que a estética prevaleça a mesma. O modo como Femi evoca a narrativa das canções é carregado do mesmo sentimento de revolta que Fela trazia com suas bandas de apoio Africa’ 70 e Egypt’ 80.





Lançado em uma edição especial da revista inglesa Classic Rock Magazine, The Wörld Is Yours é o vigésimo álbum do Motörhead. Não é nada diferente de tudo o que você já escutou da banda. Ainda bem! Afinal, seria uma decepção vê-los fugir daquilo que durante décadas eles vêm propagando como estilo de vida.
Escrito por Tiago Ferreira em quarta-feira, novembro 10, 2010 4 Comentários






Cee Lo Green oferece seu melhor trabalho solo para fazer jus à patente autoconcedida de assassino de damas em The Lady Killer. O álbum veio para estourar os holofotes e sugere novas alternativas para a soul music, dando ênfase às desventuras amorosas – e muito divertidas – contidas em 45 minutos de pura volúpia.
Escrito por Tiago Ferreira em quarta-feira, novembro 3, 2010 1 Comentário






Marnie Stern oferece mais pirotecnia percussiva e dá um tratamento mais flagelado ao vocal, tudo isso na velocidade de um raio fulgurante. Os tempos mudaram, a música comercial suavizou e algumas coisas podem ter ficado tão chatas a ponto de colocar em discussão o sepultamento do rock. Felizmente Marnie Stern está por aí para provar que isso está longe de acontecer.
