Escrito por Tiago Ferreira em terça-feira, maio 3, 2011 2 Comentários






Projeto da cantora Merrill Garbus forma um elo mais aproximado com jazz, R&B, folk e funk. Funciona como uma despretensiosa junção entre Caribou e Dirty Projectors. Merrill já afirmou em entrevista que adquiriu um interesse estranho ao poder dos saxofones como expressão musical, citando Fela Kuti como grande influência.





Registro ao vivo evidencia o Caribou como um dos projetos mais relevantes da atualidade. Álbum resgata o avant-garde esfuziante de ícones como Sun Ra (com quem o trompetista Marshall Allen já tocou) e Ornette Coleman. Ouça o álbum na íntegra, gravado numa sessão especial em Nova York, em 2010.
Escrito por Tiago Ferreira em quarta-feira, abril 6, 2011 3 Comentários





Este é o melhor disco do grupo, que também contou com a produção de Butch Vig (de Nevermind). Melhor ainda que o já seminal The Colour and The Shape. Dave Grohl decidiu recorrer ao peso sonoro, seu grande artifício. “Bridge Burning” abre o disco com um riff tácito que indica que algo barulhento está por vir. Então chega a bateria de Taylor Hawkins, como se fosse uma manada de elefantes, dando pulsação a um dos refrões mais pegajosos de 2011.
Escrito por Tiago Ferreira em sábado, abril 2, 2011 4 Comentários





The Beatles, tropicalismo, sonoridades psicodélicas com percussões africanas… A semelhança com a psicodelia à brasileira aparece na faixa-título do álbum com um riff que lembra bastante aqueles vindouros anos 60, com os irmãos Sérgio Dias e Arnaldo Baptista trabalhando nos melhores acordes com equipamentos considerados de baixa qualidade na época. George Harrison poderia ficar orgulhoso.
Escrito por Tiago Ferreira em terça-feira, março 29, 2011 4 Comentários





Produtor faz uma miscelânea bem-sucedida de funk e disco com britpop e rock indie. Chazwick Bundick, o único membro-permanente, tenta soar o mais cru possível. “Eu queria alguma coisa que soasse como um My Bloody Valentine hip hop”, disse o músico.
Escrito por Tiago Ferreira em sexta-feira, fevereiro 18, 2011 4 Comentários





Confira a crítica do álbum Let England Shake, de PJ Harvey, que mostra uma interessante narrativa da Primeira Guerra Mundial no contexto da Inglaterra. “Embora eu cante especificamente sob o ponto de vista de uma mulher inglesa sobre a Inglaterra, espero transportar esses sentimentos para algo mais universal”, disse a cantora.
Escrito por Tiago Ferreira em terça-feira, fevereiro 15, 2011 2 Comentários






Confira a crítica do álbum Computers and Blues, do The Streets; por vias cibernéticas e com muitas pontuações eletrônicas, Skinner entrega seu disco derradeiro. O som é essencialmente industrial: o rapper conseguiu colocar um tom cibernético em suas rimas com muito funk e disco.
