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	<title>Na Mira do Groove</title>
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	<description>Disparos do cenário musical com foco na produção alternativa</description>
	<lastBuildDate>Fri, 18 May 2012 23:33:27 +0000</lastBuildDate>
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<title>Na Mira do Groove</title>
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		<title>Vencedores da Promoção: Ras Haitrm no Cine Joia, dia 19 de maio (encerrada)</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 23:22:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Promoção]]></category>
		<category><![CDATA[Cine Joia]]></category>
		<category><![CDATA[Dada Yute]]></category>
		<category><![CDATA[Guerreiros de Sião]]></category>
		<category><![CDATA[Ras Haitrm]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira os ganhadores que levaram 3 pares de ingressos para ver a apresentação do cantor moçambicano de reggae e dancehall]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Confira os ganhadores que levaram 3 pares de ingressos para ver a apresentação do cantor moçambicano de reggae e dancehall</h4>
<p>Principal nome do reggae e dancehall no Moçambique, o músico Ras Haitrm vem ao Brasil no dia <strong>19 de maio</strong> (sábado) para uma apresentação no Cine Joia, com suas letras politizadas que falam sobre paz, amor e cultura rastafári.</p>
<p>Em um clima de vigor e com batidas muito dançantes, Ras Haitrm explora produções inovadoras &#8211; como se vê em &#8220;Everyday&#8221; -, fazendo uma intersecção natural entre o som africano e as vertentes do reggae.</p>
<p>Neste ano, ele lança o disco <em>Zion Bridge</em>, junto com a banda paulistana Guerreiros de Sião, que está na ativa desde 2005.</p>
<p>O show do Ras no Cine Joia terá abertura de Dada Yute, conhecido como o vocalista da banda de reggae Leões de Israel e que lançou em 2011 o disco solo <em>Mensagem Real</em>. Dada também participa das apresentações do elogiado <a href="http://namiradogroove.com.br/showsfestivais/bid-jamaica-brasil-em-show-bambas-dois-sesc-pompeia" title="BiD trouxe a Jamaica ao Brasil em show no Sesc Pompeia" target="_blank"><em>Bambas Dois</em></a>, do BiD.</p>
<p>Para você conferir essa apresentação bombástica no Cine Joia, o <strong>Na Mira</strong> vai sortear 3 pares de ingressos (6 no total)! </p>
<p>Para participar é muito simples: <strong>basta seguir os perfis <a href="http://twitter.com/namiradogroove" target="_blank">@namiradogroove</a>, <a href="http://twitter.com/RasHaitrm" target="_blank">@RasHaitrm</a> e <a href="http://twitter.com/boiafriaprod" target="_blank">@boiafriaprod</a> no Twitter, e dar um RT na seguinte frase</strong>: </p>
<hr/>
<h4>Quero ingressos que @namiradogroove e @boiafriaprod estão sorteando para ver o @RasHaitrm no Cine Joia, dia 19/05: http://kingo.to/15HX</h4>
<hr/>
<p>Mas, atenção: é necessário seguir os três perfis no Twitter, firmeza?</p>
<p>A promoção está no ar até às 18h, do dia 18 de maio (sexta-feira). Entraremos em contato com os três perfis vencedores. Boa sorte!</p>
<p><strong>RAS HAITRM @ CINE JOIA</strong><br />
Sábado, 19 de maio<br />
<em>Abertura da casa:</em> 21h<br />
<em>Horário previsto do show:</em> 0h<br />
<em>Horário previsto do show de abertura:</em> 22h<br />
<em>Ingressos:</em> de R$ 20,00 a R$ 50,00<br />
<em>Venda de ingressos:</em> <a href="http://www.facebook.com/cinejoia" target="_blank">www.facebook.com/cinejoia</a> na aba “Compre seu Ingresso” e <a href="http://cinejoia.tv/ingressos" target="_blank">cinejoia.tv/ingressos</a><br />
<em>Local:</em> Av. Brigadeiro Luis Antonio, 277 – 1º andar (segunda-feira a sexta-feira, das 11h às 18h)</p>
<p><strong>CINE JOIA</strong><br />
Praça Carlos Gomes, 82 &#8211; Liberdade<br />
<em>Site:</em> <a href="http://www.cinejoia.tv" target="_blank">www.cinejoia.tv</a><br />
<em>Telefone:</em> 3231-3705<br />
<em>Capacidade:</em> 1.200 pessoas<br />
<em>Cartões de crédito e débito:</em> Visa, Mastercard, Diners e Elo.<br />
Possui área de fumantes e acesso a deficientes<br />
<em>Censura:</em> 18 anos<br />
<em>Chapelaria:</em> R$ 5,00<br />
<em>Serviço de vallet:</em> R$ 20,00</p>
<hr/>
<p><strong>ATUALIZAÇÃO</strong><br />
Os vencedores da promoção foram os perfis <a href="http://twitter.com/rafamunice" target="_blank">@rafamunice</a>, <a href="http://twitter.com/daniel_vincent" target="_blank">@daniel_vincent</a> e <a href="http://twitter.com/jorgemuniz420" target="_blank">@jorgemuniz420</a>. Já entramos em contato com os ganhadores e, caso não haja resposta, um novo sorteio será feito.</p>
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		<item>
		<title>Vídeos da Semana #30: de 4 a 18 de maio</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/videos/videos-da-semana-30-de-4-18-de-maio</link>
		<comments>http://namiradogroove.com.br/videos/videos-da-semana-30-de-4-18-de-maio#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 May 2012 14:52:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Cícero]]></category>
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		<category><![CDATA[The Magnetic Fields]]></category>
		<category><![CDATA[Thom Yorke]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta edição você confere 10 clipes, que vão de Cícero a Tenacious D]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Nesta edição você confere 10 clipes, que vão de Cícero a Tenacious D</h4>
<p>Por conta da correria intensa, semana passada o <strong>Na Mira</strong> não publicou a seção dos melhores vídeos da semana. Mas não tem problema: para esta edição, trouxemos logo 10 clipes abrangendo esta semana e a semana passada. </p>
<p>Da aula do Kindness à estranha vida no lixo do vídeo do The Magnetic Fields, coisas malucas não faltam.</p>
<p>Enfim, confira a seguir os 10 melhores clipes da semana postados no <a title="Tumblr: Na Mira do Groove" href="http://namiradogroove.tumblr.com/" target="_blank">Tumblr</a>:</p>
<h2>10. Kindness: &#8220;House&#8221;</h2>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/xmwCxCVsWV4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Nada mais propício para um projeto de música que se chama &#8216;gentileza&#8217;. Adam Bainbridge, o cara por trás do Kindness, dá uma espécie de aula para um pequeno garoto de como manipular um órgão que figura no disco <a href="http://namiradogroove.com.br/criticas/critica-kindness-world-you-need-a-change-of-mind-stream-ouvir" title="Crítica do disco 'World, You Need a Change of Mind', do Kindness" target="_blank"><em>World, You Need a Change of Mind</em></a>, que trabalha o revival da disco music de forma inovadora.</p>
<hr/>
<h2>9. Death Grips: &#8220;Hustle Bones&#8221;</h2>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/dCgxi-h1PoI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Em pouco tempo de carreira, já sabemos o que esperar dos vídeos do Death Grips: aquelas repetições torturantes impulsionadas pela energia quase malévola do vocalista Stefan Burnett. Aqui o enredo é um pouco diferente, mas os exageros ainda persistem. Vemos dinheiro voar por tudo quanto é canto em uma centrífuga enquanto Burnett faz o quê? Vocifera que nem louco! É, talvez não seja tão diferente assim dos outros vídeos&#8230; Foi dirigido pelo próprio Death Grips.</p>
<hr/>
<h2>8. Cícero: &#8220;Ponto Cego&#8221;</h2>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/eniJc2nri3g" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Hoje é sexta-feira! Dia de compensar os dias de correria diária tomando uma cerva com os amigos, agendando alguma balada ou nem que seja um churrasco fuleiro. Não é bem essa a visão deste melancólico clipe de Cícero. O vídeo contempla a cidade e a movimentação das pessoas que procuram o que fazer para não deixar de comemorar o começo do final de semana. É de uma alegria contida, mas nada desanimador. Coisa bonita e sentimental do disco <a href="http://namiradogroove.com.br/mpb/cicero-pequenas-coisas-perfazem-solidao" title="Cícero e as pequenas coisas que perfazem a solidão" target="_blank"><em>Canções de Apartamento</em></a>. Foi dirigido por Caró Vilares.</p>
<hr/>
<h2>7. Grimes: &#8220;Nightmusic&#8221;</h2>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/1YuAeeF-2Ec" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>No eletropop do Grimes se esconde traços de estranheza, e este vídeo só vem para comprovar isso. Em &#8220;Nightmusic&#8221;, Claire Boucher nos transporta para uma selva intrigante onde a impureza é quase uma inocência. Foi dirigido por John Londono.</p>
<hr/>
<h2>6. Tenacious D: &#8220;Roadie&#8221;</h2>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/3b1acvZRvV4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A melhor coisa de ter um disco novo do Tenacious D na praça é ter a oportunidade de ver clipes bizarros e muito bem elaborados. Nesta empreitada, Jack Black e Kyle Gass precisam contratar um roadie para a banda e, durante uma suposta &#8216;entrevista&#8217;, se maravilham com a experiência de Danny McBride, que disse já ter excursionado com bandas do porte do Metallica. Eles ficam tão contentes com a contratação que decidem surpreender a plateia com uma música sobre este roadie. No entanto&#8230; bom, assiste aí.</p>
<hr/>
<h2>5. Lucas Santtana: &#8220;Para Onde Irá Essa Noite?&#8221;</h2>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/0hwH8TmiBpg" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Você está em uma festa e fica afim de uma bela garota. Coisa normal. Mas os takes deste vídeo de Lucas não nos deixa entender bem ao certo se ele realmente chegou nela, ou se tudo o que aconteceu é fruto do que ele queria que realmente tivesse acontecido. A canção integra o disco <a href="http://namiradogroove.com.br/mpb/critica-lucas-santtana-o-deus-devasta-mas-tambem-cura" title="Crítica do disco 'O Deus que Devasta Mas Também Cura', de Lucas Santtana" target="_blank"><em>O Deus que Devasta Mas Também Cura</em></a> e foi dirigido por Emilio Domingos.</p>
<hr/>
<h2>4. Modeselektor ft. Thom Yorke: &#8220;This&#8221;</h2>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/41740558?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;color=fd1652" width="630" height="350" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p>Uma garota está brincando com seu boneco e começa a viajar no som, nas possibilidades da brincadeira. Tanto que os bonecos de seu quarto também começam a se mexer. Foi dirigido por Andrew Jones.</p>
<hr/>
<h2>3. Friends: &#8220;Mind Control&#8221;</h2>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/I90FkC6BMbw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O nome já entrega né? Um &#8216;couch potato&#8217; está cochilando em seu sofá, quando de repente todos os aparelhos de transmissão ligam automaticamente e, sem perceber, ele se vê envolto por uma manipulação indireta que inclui robôs com cabeças de câmera como sentinelas. A música é bem legal também. Foi dirigido por Hiro Murai.</p>
<hr/>
<h2>2. Maxïmo Park: &#8220;Hips and Lips&#8221;</h2>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/1d910sRZgs0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Fanáticos: eles fazem de tudo, não é? A webcam é uma arma mais poderosa do que você imagina. Aqui, um internauta mostra seu quarto e muitas megalomanias mais para deixar registrado seu fan-video da música do Maxïmo Park. Você nem imagina onde o vocalista Paul Smith está.</p>
<hr/>
<h2>1. The Magnetic Fields: &#8220;Quick!&#8221;</h2>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/xDmw8bZWFhk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Lixeiro é aquele que apanha lixo, certo? E quem vive no lixo, deveria ser chamado do quê? De qualquer forma, a vida não deve ser muito boa para esses seres ingênuos e solitários. Quando uma &#8216;lixowoman&#8217; descobre que tem um vizinho, tenta fazer o possível para vê-lo novamente &#8211; sempre à margem. Foi dirigido por James Spinney.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Vídeo descontraído de Criolo e Rodrigo Campos tocando &#8220;Ribeirão&#8221;</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/mpb/video-descontraido-de-criolo-rodrigo-campos-tocando-ribeirao</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 18:35:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Criolo]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Campos]]></category>

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		<description><![CDATA[Faixa integra o disco <em>Bahia Fantástica</em>, de Rodrigo Campos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Faixa integra o disco <em>Bahia Fantástica</em>, de Rodrigo Campos</h4>
<p>Gravado em dezembro de 2011, o vídeo que você confere no player acima mostra Criolo tocando a música &#8220;Ribeirão&#8221;, do já grandioso disco <em>Bahia Fantástica</em>, de Rodrigo Campos.</p>
<p>Eles estão em uma casa, e Criolo vai delineando sua voz em meio à guitarra de Rodrigo. A versão original de &#8220;Ribeirão&#8221; você confere no player abaixo. Ah, e não deixe de conferir o <a href="http://namiradogroove.com.br/mpb/faixa-faixa-rodrigo-campos-bahia-fantastica" title="Faixa a faixa de 'Bahia Fantástica', de Rodrigo Campos" target="_blank">faixa a faixa</a> do <strong>Na Mira</strong> de <em>Bahia Fantástica</em> e a <a href="http://namiradogroove.com.br/entrevistas/entrevista-rodrigo-campos" title="Entrevista exclusiva com Rodrigo Campos" target="_blank">entrevista exclusiva</a> que fizemos com Rodrigo Campos sobre o disco.</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F45113850&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=f70404"></iframe></p>
<hr/>
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		<item>
		<title>Crítica: Norah Jones &#124; Little Broken Hearts</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/criticas/critica-norah-jones-little-broken-hearts-danger-mouse</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 04:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[3stars]]></category>
		<category><![CDATA[Alternativo]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Danger Mouse]]></category>
		<category><![CDATA[Norah Jones]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://namiradogroove.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Norah-Jones-little-broken-hearts.jpeg" alt="" title="" width="100" height="100" class="alignleft size-full wp-image-10561" />[rating:3]

Em <em>Little Broken Hearts</em>, há pequenas doses de fúria, mas nada assustador. Produzido por Danger Mouse após a participação de algumas faixas em <em>Rome</em>, o quinto disco da cantora a leva para ares flutuantes, mas não chega a lugar algum. Isso pode ser melhor do que você imagina. No entanto, em alguns momentos desistir de ouvi-lo pode ser uma boa opção.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>A produção é criativa e reforça a composição da cantora, mas em alguns momentos desistir de ouvi-lo pode ser uma boa opção</h4>
<p><div id="attachment_10561" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img src="http://namiradogroove.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Norah-Jones-little-broken-hearts.jpeg" alt="" title="" width="200" height="200" class="size-full wp-image-10561" /><p class="wp-caption-text">01 Good Morning<br />
02 Say Goodbye<br />
03 Little Broken Hearts<br />
04 She’s 22<br />
05 Take It Back<br />
06 After The Fall<br />
07 Broken Hearts<br />
08 Travelin’ On<br />
09 Out On The Road<br />
10 Happy Pills<br />
11 Miriam<br />
12 All A Dream</p></div><strong>Gravadora:</strong> Blue Note<br />
3 out of 5 stars</p>
<p>Norah Jones é aquela garota bonita que passa a impressão de melancólica. </p>
<p>Em <em>Little Broken Hearts</em>, há pequenas doses de fúria, mas nada assustador. Produzido por Danger Mouse após a participação de algumas faixas em <em>Rome</em>, o quinto disco da cantora a leva para ares flutuantes, mas não chega a lugar algum. E isso pode ser melhor do que você imagina.</p>
<p>Não há hits, o que pode ser uma boa notícia para quem já estava enjoado de sua voz soturna. Um dos pontos positivos aqui é perceber como os caminhos de Norah e Mouse, tão distintos, podem se cruzar e reforçar a característica de cada um: o produtor fornece aquelas batidas secas e psicodélicas, enquanto a cantora mostra suas composições de amores perdidos, redenções e ilusões com todo aquele ar de pop-vintage. </p>
<p>Noutras palavras, um disco direcionado para ouvintes que não gostam de Norah Jones. (Quem gosta então, wow, vai surfar nas melodias criativas que saíram dessa boa parceria.)</p>
<p>&#8220;Happy Pills&#8221; traz um pouco do revivalismo soul que dá tão certo hoje em dia nas rádios. Mas, ao mesmo tempo, oferece estilhaços que poderiam comprometer as previsões de qualquer bonachão que adora justificar a falta de qualidade das músicas pop. </p>
<p>Cult? Oh, não. </p>
<p>Os riffs circulares deixam a canção límpida e acessível, mas aí pairam fragmentos de estranheza que não estimulam a serem desvendados. Como a beleza de uma bolha; depois que ela estoura &#8211; pá! -, não paramos para pensar nela.</p>
<p>Em &#8220;She&#8217;s 22&#8243;, Danger Mouse reaviva o folk cru que enaltece a melancolia da canção. Ele acelera as cordas em &#8220;Travelin&#8217; On&#8221;, mas Norah parece nos conduzir a uma viagem sonolenta que corre o risco de fazer com que o ouvinte desligue antes da bonita &#8220;Out On the Road&#8221;, que nos faz lembrar os melhores momentos de sua carreira.</p>
<p><em>Little Broken Hearts</em> é um disco bonito e melodicamente criativo. Tem potencial para agradar, mas chega uma hora que as músicas viram ritos de passagem que, uma vez perdida, fica difícil de ser encontrada. </p>
<p>Aí a desistência pode ser uma boa opção.</p>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/a9s0DCQJq4I" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>***</p>
<p>Para ouvir <em>Little Broken Hearts</em> na íntegra, <a href="http://namiradogroove.com.br/stream/na-integra-little-broken-hearts-da-norah-jones" title="Na íntegra: 'Little Broken Hearts', da Norah Jones" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p><strong>Melhores Faixas:</strong> &#8220;Say Goodbye&#8221;, &#8220;Out On the Road&#8221;, &#8220;Miriam&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Patti Smith: &#8220;April Fool&#8221;</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/rock/patti-smith-april-fool</link>
		<comments>http://namiradogroove.com.br/rock/patti-smith-april-fool#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 19:40:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Faixas]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Patti Smith]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira também o tracklist de <em>Banga</em>, que será lançado dia 5 de junho]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Confira também o tracklist de <em>Banga</em>, que será lançado dia 5 de junho</h4>
<p>Patti Smith agraciou os fãs e diversos neófitos no ano passado com o lançamento da coletânea <em>Outside Society</em>, que traz um resumo de toda a sua carreira em 18 faixas. </p>
<p>Mas, disco de inéditas, já se vão oito anos desde <em>Trampin&#8217;</em> &#8211; sem contar o disco de covers, <em>Twelve</em>, que foi lançado em 2007.</p>
<p>Neste ano, um dos maiores ícones punk está de volta com o álbum <em>Banga</em>, que deve sair dia 5 de junho. Recentemente, a cantora disponibilizou para audição a faixa &#8220;April Fool&#8221;, que você pode conferir no player acima.</p>
<p>A canção fala de aventuras amorosas e tem as linhas de guitarra assinadas pelo grandioso Tom Verlaine, do Television.</p>
<p>Confira o tracklist de <em>Banga</em>:</p>
<p>1. Amerigo<br />
2. Fuji-san<br />
3. April Fool<br />
4. This is the Girl<br />
5. Banga<br />
6. Maria<br />
7. Tarkovsky (The Second Stop is Jupiter)<br />
8. Mosaic<br />
9. Nine<br />
 10. Seneca<br />
 11. Constantine’s Dream <br />
12. After the Gold Rush</p>
<hr/>
<p>Se quiser acompanhar, confira a letra de &#8220;April Fool&#8221;:</p>
<p>Come be my April Fool<br />
Come you&#8217;re the only one<br />
Come on your rusted bike<br />
Come we&#8217;ll break all the rules</p>
<p>We&#8217;ll ride like writers ride<br />
Neither rich nor broke<br />
We&#8217;ll race through alleyways<br />
In our tattered cloaks so</p>
<p>Come be my April Fool<br />
Come we&#8217;ll break all the rules</p>
<p>We&#8217;ll burn all of our poems<br />
Add to God&#8217;s debris<br />
We&#8217;ll pray to all of our saints<br />
Icons of mystery<br />
We&#8217;ll tramp through the mire<br />
When our souls feel dead<br />
With laughter we&#8217;ll inspire<br />
Then back to life again</p>
<p>Come you&#8217;re the only one<br />
Come be my April Fool<br />
Come come<br />
Be my April Fool<br />
We&#8217;ll break all the rules</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Crítica: Gossip &#124; A Joyful Noise</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/criticas/critica-gossip-a-joyful-noise</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 04:09:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[2stars]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Pos-Punk]]></category>
		<category><![CDATA[Stream]]></category>
		<category><![CDATA[Gossip]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://namiradogroove.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/gossip-a-joyful-noise.jpg" alt="" title="" width="100" height="100" class="alignleft size-full wp-image-10524" />[rating:2]

Nem parece mas esse já é o quinto álbum do Gossip. Desde o último lançamento, <em>Music For Men</em>, para este aqui, <em>A Joyful Noise</em>, coisas mudaram. Gossip não é mais aquela banda de punk-indie cheio de barulheiras. As músicas estão mais dançantes por conta de dois fatores principais: o trabalho com a produtora Xenomania (Pet Shop Boys, Cher); e a nova direção musical da icônica vocalista Beth Ditto, que disse ter passado um ano inteiro ouvindo Abba.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Grupo muda do punk-indie para direção mais new wave. No entanto, esse caminho da mudança não é tão simples assim&#8230;</h4>
<p><div id="attachment_10524" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img src="http://namiradogroove.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/gossip-a-joyful-noise.jpg" alt="" title="" width="200" height="200" class="size-full wp-image-10524" /><p class="wp-caption-text">01 Melody Emergency<br />
02 Perfect World<br />
03 Get A Job<br />
04 Move In The Right Direction<br />
05 Casualties Of War<br />
06 Into The Wild<br />
07 Get Lost<br />
08 Involved<br />
09 Horns<br />
10 I Won’t Play<br />
11 Love In A Foreign Place</p></div><strong>Gravadora:</strong> Columbia<br />
2 out of 5 stars</p>
<p>Nem parece mas esse já é o quinto álbum do Gossip. Desde o último lançamento, <em>Music For Men</em>, para este aqui, <em>A Joyful Noise</em>, coisas mudaram.</p>
<p>Gossip não é mais aquela banda de punk-indie cheio de barulheiras. As músicas estão mais dançantes por conta de dois fatores principais: o trabalho com a produtora Xenomania (Pet Shop Boys, Cher); e a nova direção musical da icônica vocalista Beth Ditto, que disse ter passado um ano inteiro ouvindo Abba. (&#8220;É zero de crueza. Eu acho que estou realmente apaixonada por isso agora, porque não é a música que eu costumo ouvir. Nunca me chamou a atenção antes&#8221;, disse a cantora sobre o Abba em <a title="Beth Ditto: 'I'm constantly learning how to be confident', entrevista da vocalista ao Guardian" href="http://www.guardian.co.uk/music/2012/may/06/beth-ditto-interview-joyful-noise" target="_blank">entrevista ao Guardian</a>.)</p>
<p>O bom disso é que os fãs não devem se afugentar. Afinal, a banda é pop e explora um rock há muito tempo feito para espectadores da MTV. Daqueles que é divertido dançar o clipe pela primeira vez, mas rapidamente enjoam.</p>
<p>No entanto, existe uma falha que parece ter se evidenciado acima do tal synth pop que engoliu o punk do som do Gossip: as composições são extremamente fracas. &#8220;Get a Job&#8221; poderia ser direcionada a qualquer fã de Lady Gaga que, segundo Beth, deve ter cinco anos. &#8220;Get Lost&#8221; é puro revival oitentista com efeitos de sintetizadores em meio a pianos de disco-music, mas poderia muito bem ser melhorada por uma Madonna.</p>
<p><em>A Joyful Noise</em> soa como a indefinida trajetória adolescente: é como se transportar dos rolês underground da Baixo Augusta para as baladas chiques do Jardins, esquecendo-se do eterno fato de que está um maltrapilho.</p>
<p>Prefiro a podreira.</p>
<p>***</p>
<p>A seguir, ouça <em>A Joyful Noise</em> na íntegra:</p>
<p><iframe width="100%" scrolling="no" height="450" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Fplaylists%2F1940434%3Fsecret_token%3Ds-1IVUI&amp;show_artwork=true&amp;secret_url=true"></iframe></p>
<p><strong>Melhores Faixas:</strong> &#8220;Melody Emergency&#8221;, &#8220;Involved&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lucas Santtana: clipe de &#8220;Para Onde Irá Essa Noite?&#8221;</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/mpb/lucas-santtana-clipe-de-para-onde-ira-essa-noite</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 02:06:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[MPB]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Lucas Santtana]]></category>

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		<description><![CDATA[Faixa integra o disco <em>O Deus que Devasta Mas Também Cura</em>, lançado neste ano]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Faixa integra o disco <em>O Deus que Devasta Mas Também Cura</em>, lançado neste ano</h4>
<p>Acontece com quase todo mundo: você chega em uma balada, vê uma garota interessante e fica pensando nas múltiplas maneiras de chegar nela. O roteiro do clipe de &#8220;Para Onde Irá Essa Noite?&#8221;, de Lucas Santtana, é esse.</p>
<p>No entanto, com ar mais lúgubre e certa densidade sonora, o músico soa reflexivo na maior parte do tempo nesta intimista canção de <a href="http://namiradogroove.com.br/mpb/critica-lucas-santtana-o-deus-devasta-mas-tambem-cura" title="Crítica do disco 'O Deus que Devasta Mas Também Cura', de Lucas Santtana" target="_blank"><em>O Deus que Devasta Mas Também Cura</em></a>, um dos destaques nacionais do ano.</p>
<p>O vídeo foi dirigido por Emilio Domingos. Confira no player acima.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Azealia Banks: &#8220;Jumanji&#8221;</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/hip-hop/azealia-banks-jumanji</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 21:55:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Faixas]]></category>
		<category><![CDATA[Hip Hop]]></category>
		<category><![CDATA[Azealia Banks]]></category>

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		<description><![CDATA[Canção deve integrar o EP <em>1991</em>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Canção deve integrar o EP <em>1991</em></h4>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F46045706&#038;" frameborder="0" ></iframe></p>
<p><a href="http://namiradogroove.com.br/hip-hop/o-que-esperar-de-azealia-banks" title="O que esperar de Azealia Banks?" target="_blank">Azealia Banks</a> pode ter adiado o lançamento do EP <em>1991</em>, mas não deixa de surpreender os ouvintes e uma boa fatia dos novos fãs.</p>
<p>&#8220;Jumanji&#8221;, que deve integrar o tal EP, mostra os vocais rappers de Azealia, que provavelmente deve ter se inspirado em Lil&#8217; Kim com uma produção que mescla tensão e pequenas doses de calmaria à lá desenhos da Disney.</p>
<p>A faixa foi produzida por Hudson Mohawke e Nick Hook, e vai passeando por produções eletrizantes que só reforçam o grau de tensão da música.</p>
<p>Ouça &#8220;Jumanji&#8221; no player acima.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Áudio de apresentação completa do Roxy Music em Londres, de 1972</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/experimental/audio-de-apresentacao-completa-roxy-music-em-londres-de-1972</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 17:57:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Experimental]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Stream]]></category>
		<category><![CDATA[Brian Eno]]></category>
		<category><![CDATA[Bryan Ferry]]></category>
		<category><![CDATA[Roxy Music]]></category>

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		<description><![CDATA[Grupo britânico estava colhendo os frutos do lançamento do primeiro disco; show foi transmitido ao vivo pela BBC]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Grupo britânico estava colhendo os frutos do lançamento do primeiro disco; show foi transmitido ao vivo pela BBC</h4>
<p>Um dos grandes nomes do art-rock. Um caldo de experimentações sonoras que mostrou que, para se fazer rock de qualidade, era preciso sim empunhar guitarras com louvor. Mas elas poderiam soar bem melhores com uma estética sonora diversificada, incluindo aí instrumentos de sopro, sintetizadores, violinos e muito mais.</p>
<p>Roxy Music explorou tudo isso e tornou-se uma das bandas mais influentes para o surgimento da new wave e do próprio punk. Formado por Bryan Ferry (vocalista e principal compositor) e Graham Simpson (baixo), o grupo ainda tinha no time o genioso Brian Eno (arranjos e sintetizadores), Phil Manzanera (guitarra), Andy Mackay (sax e oboé), Paul Thompson (bateria e percussão) e Eddie Jobson (violino e sintetizadores).</p>
<p>Em 1972, o grupo inglês estava colhendo os frutos do aclamado primeiro disco homônimo, que espantou muita gente ao unir a verve roqueira dos Rolling Stones com a estética inovadora do <a href="http://namiradogroove.com.br/experimental/grandes-albuns-the-velvet-underground-nico-1967" title="Grandes Álbuns: 'The Velvet Underground &#038; Nico', de Velvet Underground" target="_blank">The Velvet Underground</a>.</p>
<p>Naquele ano, eles fizeram uma apresentação no Paris Theatre, em Londres, no dia 16 de setembro, que foi ao ar pela rádio BBC. O show completo na íntegra você pode ouvir no player acima, com direito a arranjos diferentes para &#8220;The Bob (Medley)&#8221;. A qualidade está ótima; um prato cheio para os fãs da banda (como este que vos escreve).</p>
<p>Confira o tracklist da apresentação:</p>
<p>1. The Bob (Medley) (00:09)<br />
2. The Bogus Man Part 2 (6:00)<br />
3. Sea Breezes (10:54)<br />
4. Virginia Plain (18:19)<br />
5. Chance Meeting (22:15)<br />
6. Re-Make/Re-Model (28:15)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>G. Álbuns: John Coltrane &#124; &#8216;Africa/Brass&#8217; :: 1961</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/jazz/john-coltrane-africa-brass-1961</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 16:37:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Grandes Álbuns]]></category>
		<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[John Coltrane]]></category>

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		<description><![CDATA[Saxofonista experimentou detalhes de improvisação com uma big band de mais de vinte músicos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Saxofonista experimentou pela primeira vez as nuances e detalhes de improvisação com uma big band virtuosa de mais de vinte músicos</h4>
<p>Todos conhecem John Coltrane como um dos maiores solistas de jazz de todos os tempos. Mas o que se fala pouco é de sua inquietação para experimentar novas possibilidades dentro do gênero, por mais estranhas que elas possam parecer. Ele estava lá na histórica sessão de <em>Kind of Blue</em>, de <a href="http://namiradogroove.com.br/tag/miles-davis" target="_blank">Miles Davis</a>, mas também pretendeu seguir novos caminhos ao assumir o sax soprano (ele, largamente conhecido como um tenorista) em dois discos que lhe renderam sucesso imediato: <em>Giant Steps</em> e <em>My Favorite Things</em>.</p>
<p><div id="attachment_10503" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img src="http://namiradogroove.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/john-coltrane_africa-brass.jpg" alt="" title="" width="200" height="200" class="size-full wp-image-10503" /><p class="wp-caption-text">01 Greensleeves<br />
02 Song of the Underground Railroad<br />
03 The Damned Don't Cry<br />
04 Africa</p></div>Em 1961, Coltrane fechou um contrato com a nova gravadora Impulse! &#8211; cria da gigante Atlantic, chefiada por Creed Taylor &#8211; para gravar três discos. Foi lá que o saxofonista quis explorar sua inventividade.</p>
<p><em>Africa/Brass</em> foi o primeiro teste para Coltrane. Naquela época, <em>Kind of Blue</em> havia estabelecido uma nova regra para o mercado fonográfico de jazz: a de que um grupo poderia ser consistido por menos integrantes &#8211; cinco ou seis -, para explorar melhor as camadas sonoras através de solos dos instrumentistas. Sem falar que era bem melhor pagar royalties a um número menor de músicos, pelos motivos óbvios.</p>
<p>Coltrane não quis nem saber: chamou uma horda de músicos habilidosos (21 no total) para que dessem suporte a uma sonoridade mais encorpada, que mesclasse um som de orquestração com a virtuosidade do músico nos solos de sopro. (Por mais que a capa estampe The John Coltrane Quartet, este foi o registro em que o saxofonista mais chamou músicos para tocar em um disco.)</p>
<p><iframe width="630" height="457" src="http://www.youtube.com/embed/plafqYAw2FA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Estavam lá os gigantes Booker Little (trompete), Pat Patrick (sax barítono), Paul Chambers (contrabaixo), Julian Priester (que tocou eufônio, uma espécie de tuba rara que é confundido com barítono), Freddie Hubbard (trompete), Elvin Jones (excelente baterista, vide &#8220;Africa&#8221;)  e muitos outros.</p>
<p>Era um risco: afinal, o músico poderia &#8216;engolir&#8217; os demais instrumentistas ou a roupagem sonora poderia soar anárquica e bagunçada. Não era bem um terreno de Coltrane.</p>
<p>Aqui, é bom dar os devidos créditos para quem soube oferecer o suporte devido para Coltrane. E o maior deles deve ser destinado ao excelente pianista McCoy Tynner, que estabeleceu uma dinâmica musical que vão de baladas (&#8220;The Damned Don&#8217;t Cry&#8221;) aos surtos controlados de &#8220;Africa&#8221;, canção onde se percebe a fluência quase esquizofrênica que foi explorada de forma abusiva em <em>Ascension</em>, um dos discos de jazz mais experimentais de todos os tempos.</p>
<p>Para trabalhar os arranjos, inicialmente Coltrane havia convidado Gil Evans. No entanto, o maestro demorou para responder e Coltrane chamou Tyner e o saxofonista Eric Dolphy, que conhecia muito bem a arte do bebop. Provavelmente, deva ter sido a melhor escolha para que, nos anos seguintes, Coltrane e Tyner seguissem um caminho quase ininterrupto de experimentações graças à solidez contígua de suas notas.</p>
<p>O grande mérito de <em>Africa/Brass</em> é trabalhar um novo conceito de big bands. Como bem disse o jornalista <a href="http://www.allaboutjazz.com/php/news.php?id=58026" title="Resenha de Nick Deriso sobre 'Africa/Brass' no All About Jazz" target="_blank">Nick Deriso</a>, um disco de jazz com todos esses integrantes deixou de ser um remendo separado de diversos solos instrumentais para focar em detalhes de improvisação.</p>
<p>Tão bonito como qualquer outro registro de Coltrane, <em>Africa/Brass</em> é mais um disco de nuances do que de impacto. Pois é, ele também sabia trabalhar essa habilidade.</p>
<p><iframe width="630" height="457" src="http://www.youtube.com/embed/qv2MEqR5xa8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Céu viaja em sua trajetória musical no Sesc Belenzinho</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/showsfestivais/ceu-viaja-em-sua-trajetoria-musical-sesc-belenzinho</link>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 19:40:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Shows/Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[CéU]]></category>

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		<description><![CDATA[Cantora apresentou as músicas de <em>Caravana Sereia Bloom</em> e não deixou pra trás o belo repertório dos discos anteriores]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Cantora apresentou as músicas de <em>Caravana Sereia Bloom</em> e não deixou pra trás o belo repertório dos discos anteriores</h4>
<p>Ontem foi dia de <a href="http://namiradogroove.com.br/showsfestivais/10-bons-motivos-para-ir-ao-sonar-sao-paulo-2012" title="10 bons motivos para ir ao Sónar" target="_blank">Sónar São Paulo</a>: ouvi por alto que o show do Kraftwerk foi intenso, Chromeo arrebentou e até o James Blake surpreendeu. Foi dia de apresentação do Curumin também, do novíssimo disco <a href="http://namiradogroove.com.br/experimental/na-integra-arrocha-de-curumin" title="Ouça 'Arrocha', de Curumin, na íntegra" target="_blank"><em>Arrocha</em></a>, no Sesc Pompeia.</p>
<blockquote><p>Os melhores momentos de Céu no show surgiram quando ela partiu para uma levada mais reggae, ritmo que cai muito bem com suas composições</p></blockquote>
<p>Não tinha nada de holofotes em relação ao show da Céu no Sesc Belenzinho. Foi tudo na bubuia, na calma, naquela vagarosidade que esperaríamos dela, mesmo após o elogiado lançamento de <a href="http://namiradogroove.com.br/mpb/critica-ceu-caravana-sereia-bloom" title="Crítica de 'Caravana Sereia Bloom', da Céu" target="_blank"><em>Caravana Sereia Bloom</em></a>.</p>
<p>Ela começou o show com &#8220;Falta de Ar&#8221;, primeira faixa do novo disco. Começou introspectiva, mas comunicou-se bem com a plateia e seguiu na viagem do novo trabalho ao apresentar &#8220;Asfalto e Sal&#8221;, &#8220;Contravento&#8221; e &#8220;Retrovisor&#8221;.</p>
<p>Até aí, dava para imaginar que ela focaria só no novo trabalho, o que não deixa de ser um ponto positivo. Mas ela surpreendeu ao apresentar arranjos inovadores para &#8220;Cangote&#8221;, do disco <em>Vagarosa</em>, com um dub psicodélico que pulsava junto com seus vocais. &#8220;Malemolência&#8221;, do primeiro disco, ganhou uma batida mais disco-funk, experimentação bem-sucedida do DJ Marco.</p>
<p>Bruno Buarque assumiu as baquetas apresentando doses moderadas de virtuosismo rítmico. Na virada de &#8220;Retrovisor&#8221; arrancou uns bons elogios de espectadores contemplativos.</p>
<p>Os melhores momentos de Céu no show surgiram quando ela partiu para uma levada mais reggae, ritmo que cai muito bem com suas composições. &#8220;You Won&#8217;t Regret It&#8221;, composição dos jamaicanos Lloyd Robinson e Glen Brown, agitou os pés com uma produção fritada do DJ, que conseguiu se virar bem para substituir os instrumentos de sopro desta bela canção. </p>
<p>Em seguida, ela mandou &#8220;Baile da Ilusão&#8221;, talvez uma de suas composições mais maduras. Pra cantar, e em voz alta.</p>
<p>O show de Céu ontem foi só sentimentos. Caras enrijecidas caíram na malemolência deliciosa de &#8220;Chegar em Mim&#8221;, &#8220;Amor de Antigos&#8221;, &#8220;Nascente&#8221;, &#8220;Grains de Beaute&#8221;. </p>
<p>Marmanjo só saía dali de cara feia se não gostasse de música mesmo.</p>
<p>***</p>
<p>Hoje tem mais um show da Céu no Sesc Belenzinho, com ingressos esgotados.</p>
<p><strong>Créditos da imagem:</strong> <a href="http://www.flickr.com/photos/tfernandes" target="_blank">Tenerry Freitas</a></p>
<p><strong>ERRATA</strong><br />
&bull; O baterista oficial da Céu é Bruno Buarque e não Curumin, como estava anteriormente.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Entrevista: Edi Rock fala sobre o novo disco solo</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/entrevistas/edi-rock-novo-disco-solo-contra-noiz-ninguem-sera</link>
		<comments>http://namiradogroove.com.br/entrevistas/edi-rock-novo-disco-solo-contra-noiz-ninguem-sera#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 May 2012 14:33:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Rap Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Edi Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Racionais MCs]]></category>

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		<description><![CDATA[Ele falou sobre o rap, shows, Racionais e a expectativa de <em>Contra Nós Ninguém Será</em>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Em um papo com o <strong>Na Mira</strong>, ele também falou sobre o rap, shows, Racionais e a expectativa do novo trabalho, <em>Contra Nós Ninguém Será</em>. Confira também um vídeo da entrevista</h4>
<p>Edi Rock se escreve com I e não com Y, como muitos poderiam achar. Mas ele não censura o equívoco: “Os caras colocam com Y pra ficar mais gringo”, explicou. O pseudônimo vem de Edivaldo Pereira Alves, conhecido como um dos maiores rappers do Brasil por integrar o grupo pioneiro <a href="http://namiradogroove.com.br/tag/racionais" target="_blank">Racionais MCs</a>.</p>
<p>Em maio deste ano, o músico vai lançar seu segundo disco solo, que se chamará <em>Contra Nós Ninguém Será</em>. (O primeiro dele, para quem não conhece, é o homônimo de 1999, uma mixtape com três canções e três faixas instrumentais cujos destaques eram <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ywbqNzIGNxM" target="_blank">“Correria”</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=1bEYKuJuU6o" target="_blank">“Não Seja Mais Um Pilantra”</a>, que colocou na cena o SNJ e o Pulga do ABC.)</p>
<p>Numa tarde de calor, Edi Rock recebeu o <strong>Na Mira</strong> no estúdio Baguá Records, selo inédito tocado por DJ Cuca e outros sócios de Edi. Apertando horários aqui e acolá, ele falou conosco sobre o novo disco, participações, rap, mídia, Racionais, música brasileira em geral. E muitas outras coisas.</p>
<p>Segundo ele, o novo trabalho nasceu de uma “vontade de fazer umas paradas que não dava pra fazer no Racionais”. As participações chegam a surpreender: tem Seu Jorge na já conhecida <a href="http://namiradogroove.com.br/hip-hop/rap-nacional/edy-rocky-racionais-thats-my-way-seu-jorge-album-solo" title="Edi Rock lança “That’s My Way”, faixa com Seu Jorge" target="_blank">“That’s My Way”</a>, além de Alexandre Carlo (Natiruts), Marina de La Riva, Karin Hils (Rouge) e os parceiros Don Pixote, Mano Brown, Rael da Rima, entre outros. E pode ter certeza que mais surpresas vão pintar nessas parcerias!</p>
<p>Aos 42 anos (“39 forever, se é louco, mó depressão!”), o músico está empolgadíssimo para colocar o novo trabalho nas ruas. “Ele está sendo muito bem tratado, com muito love. O disco é muito bom”.</p>
<p>E, sobre o novo disco do Racionais, Edi Rock foi bem categórico:  “Neste ano não vai sair”. </p>
<p>No vídeo a seguir, o músico fala melhor da mudança do Racionais e o foco do aguardado disco <em>Contra Nós Ninguém Será</em>:</p>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/rSixUWAdBYg" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A seguir, confira a entrevista de Edi Rock cedida exclusivamente ao <strong>Na Mira do Groove</strong>:</p>
<p><strong>Além de você, mais alguém dos Racionais vai lançar disco solo?</strong><br />
Neste ano estamos programando assim: o meu CD, o CD do Brown, o do Ice Blue e o do KL Jay. Na sequência, Racionais.</p>
<p><strong>Tudo numa paulada só?</strong><br />
Sim, mas enquanto trabalhamos solo, vamos fazendo o do Racionais. Vai sair no ano que vem, depois do Carnaval. Neste ano não vai sair, senão já teríamos que estar gravando, pra mixar, masterizar, fazer divulgação, escolher músicas… Tem toda uma logística. O meu, comecei a gravar no ano passado. Nele, tem músicas de seis anos atrás.</p>
<p><strong>Como você chegou a esse segundo trabalho solo?</strong><br />
Faz muito tempo que estou querendo fazer um trampo sozinho. Tem 10 anos que o Racionais não lança nada [físico]. E, nesse meio tempo, ficamos parados. Então, eu tenho vontade de fazer umas paradas que não dava pra fazer no Racionais, como participações com meus amigos do dia a dia, com vários grupos, com vários cantores e com novos talentos que ninguém conhece.</p>
<p>Gosto de trazer novidades, um mix com músicas que não somente eu curta e que não sejam só de raízes negras, mas música brasileira com suas vertentes. Tem que inovar, não dá pra ficar só no mesmo refrão ou na mesma batida. Estou aproveitando essa ocasião para colocar o meu [<em>disco</em>] na rua, com vários parceiros.</p>
<p><strong>Que parceiros, por exemplo?</strong><br />
Bom, hoje o pessoal já conhece o Don Pixote. Tem nomes conhecidos, mas ninguém espera, por exemplo, uma parceria minha com o Alexandre [<em>Carlo</em>], do Natiruts. Ninguém espera uma parceria minha com a Sandra de Sá ou com o Seu Jorge.</p>
<p>Chamei o Calado, que era de um grupo chamado U-Time, tem a Flora Matos, Rael da Rima, vários DJs. Esse disco tá bem recheado. Tem samba no meio; chamei uma galera de raiz que se chama Quinteto em Branco e Preto, tem o Samprazer. O disco foi idealizado por pessoas que são próximas e amigas, e pessoas que eu sou fã também: Dexter, Marina de La Riva, tem reggae, ragga, a Karin Hils [<em>Rouge</em>]. E o Brown também, a família, pra abençoar o trampo. Do mesmo jeito que vou participar do disco deles. </p>
<div class="pullquote">O novo disco fala de hombridade, respeito, caráter, mensagens positivas, de você está sempre remando contra a maré, mas não desistir nunca. Meio que autoajuda</div>
<p><strong>Tem alguma temática que se sobressai no disco?</strong><br />
Respeito e união estão próximos. Mesmo que não sejam possíveis no dia a dia, tem que ser idealizado. O disco fala disso, de hombridade, respeito, caráter, mensagens positivas, de você está sempre remando contra a maré, mas não desistir nunca. Meio que autoajuda.</p>
<p><strong>Mais reflexivo mesmo?</strong><br />
Sim. Tem música pra dançar também, mas que nunca perde a mensagem. Eu não deixo perder. Sou do lema de não perder a viagem, nem que seja na batucada. Tem que mandar um ‘paz, amor, respeito’ – sempre! Esse é o papel do rap, eu acredito nisso. A gente luta pela paz vivendo na guerra.</p>
<p><strong>Na música “That’s My Way”, tem uma rima que ouvi uma vez no som <a href="http://www.youtube.com/watch?v=KBlx8ErVX58" target="_blank">“19 Rebellions”</a>, do Asian Dub Foundation&#8230;</strong><br />
Ela é de uma música do Tribunal Popular, que chama <a href="http://www.youtube.com/watch?v=CJIj8S-9x7s" target="_blank">“De Preto pra Preto”</a>. Participei desse disco, e na época o Dexter era desse grupo. </p>
<p><strong>Você chegou a falar com os caras do Asian Dub?</strong><br />
Não, na verdade quem fez o mix foi o Negralha. Depois que ele me comunicou. Quando ouvi, não entendi. Fiquei, tipo: ‘como assim?’, ninguém me falou nada e a música estava bombando na internet. Sugaram a minha rima inteira. Aí depois o Negralha chegou em mim e disse: ‘Ah, fui eu quem fiz’. Falei: ‘aaah, então tá pela ordem’.</p>
<p><strong>Nem trombou os gringos depois?</strong><br />
Nunca. Nem conhecia. Passei a conhecer depois que os caras usaram meu rap inteiro, nem foi só minha voz. Eu até curti, gosto de estilo assim.</p>
<p><strong>O que você anda ouvindo ultimamente?</strong><br />
Ouço de tudo: samba, forró, axé, o que tá tocando, pra perceber o que tá acontecendo. Não consigo ficar muito tempo na internet, a não ser em relação a trampo e fazer o que tenho que fazer. Mas acompanho muita coisa, tipo a novidade do holograma [d<em>o Tupac</em>] no show do Snoop Dogg. Temos que estar antenados a tudo. Ouço funk pancadão, carioca e paulista.</p>
<p><strong>Mas não sei se todo mundo ‘abraçou’ bem esse funk atual&#8230;</strong><br />
O som é brasileiro, e brasileiro gosta de curtir, de se distrair, de diversão. Por isso o funk faz tanto sucesso, porque tem ritmo, que já vem da África. Essa coisa nossa de sangue quente vem lá do outro lado do oceano, do atabaque, do terreiro. É isso, não tem como negar, tá no sangue! A gente exporta música e isso é muito foda.</p>
<p><strong>E technobrega?</strong><br />
Não curto, eu ouço. O que curto é soul, funk, R&#038;B, rap, sei lá&#8230; blues. Jazz um pouco, porque não gosto da improvisação, gosto mais de som rítmico. Mas, total respeito. Pra mim é mais blues. Gosto de música mais sentimental.</p>
<p><strong>Esse lado mais intimista eu vejo como característica sua desde os primeiros discos do Racionais.</strong><br />
Aquilo que você ouve e dá um aperto no coração, né? Faz você voltar no tempo. </p>
<p><strong>Seu vocal não é tão agressivo, mas&#8230;</strong><br />
Hipnotiza. Eu faço isso, é proposital. Porque eu me vejo nessa situação. E falo: caralho, isso tem que ser passado pra frente. O bagulho te domina, você vai numa onda que chega no teu ouvido.</p>
<p><strong>João Gilberto era assim, né?</strong><br />
É&#8230; tem a ver. Respeito muito a linha Tom Jobim, Elis Regina é muito foda. Na gringa, meu som é tipo Chaka Khan. É daí que vem toda a geração de Mary J. Blige, Beyoncé, Whitney Houston. Ela veio depois da <a href="http://namiradogroove.com.br/blues/grandes-albuns-54-etta-james-at-last-1961" title="Grandes Álbuns #54: Etta James – At Last! (1961)" target="_blank">Etta James</a>, que também é mestra. <a href="http://namiradogroove.com.br/tag/amy-winehouse" target="_blank">Amy Winehouse</a> se inspirava total nela, tanto que morreu, foi além na inspiração.</p>
<div class="pullquote">Essa coisa de interpretarem a gente errado é porque falamos pouco. Damos poucas entrevistas. Também não é abrir as pernas, porque não é favorável</div>
<p><strong>Hoje em dia, você acha que a periferia tem se afastado do rap?</strong><br />
Nunca se afastou. O problema são os locais de show, valores, preços: isso contribui para que a pessoa vá ou não. Valor influencia muito. Por exemplo: fizemos quatro dias de <a href="http://namiradogroove.com.br/showsfestivais/racionais-mcs-sesc-pompeia-27-abril-2012" title="Saiba como foi o primeiro de uma série de quatro shows dos Racionais no Sesc Pompeia" target="_blank">show no Sesc</a> e esgotou no primeiro dia de venda!</p>
<p><strong>Mas o Sesc não é um lugar tão voltado pra periferia.</strong><br />
Lá é aberto pra todo mundo, misturado. Porque o lugar te oferece uma comodidade. Tinha que ser assim, sempre. Mas não é assim: às vezes as pessoas têm receios, preconceito, tudo ao mesmo tempo. Tipo um funil.</p>
<p><strong>Você, que já tem mais de 20 anos de carreira, ainda sofre com esse problema de má interpretação artística?</strong><br />
Essa coisa de interpretarem a gente errado é porque falamos pouco. Damos poucas entrevistas. Também não é abrir as pernas, porque não é favorável. O que estamos vivendo agora tem que ser falado agora. Estamos pensando melhor, montando equipe com profissionais. Já passou da hora, estamos bem crescidinhos, tamo até velho pra certas coisas! Mas não temos passos pra errar; temos que ter certeza de que o passo será dado de forma certa. </p>
<p><strong>Isso te torna mais prático, né?</strong><br />
Mais prático, mais rápido, mais simples, sem perder tempo. Não ficar no jogo de xadrez. Deixa isso pros monges&#8230;</p>
<p><strong>Imagino que essa coisa do CD solo deve ter sido pensada em um tempo curto.</strong><br />
Sim, tudo favoreceu. Veio investidor, que acreditou, virou amigo, virou irmão, virou sócio. Essa era uma oportunidade boa. Se fizer direito, com as pessoas certas, acontece. Olha o <a href="http://namiradogroove.com.br/tag/criolo" target="_blank">Criolo</a>, o <a href="http://namiradogroove.com.br/tag/emicida" target="_blank">Emicida</a>: estão mostrando seu trabalho e não estão fazendo merda, não estão precisando fazer &#8216;Dança dos Famosos&#8217;. Não quero pisar na minha língua, mas quer ir no &#8216;Altas Horas&#8217;, no &#8216;Jô&#8217;? Legal. Agora vai ir no &#8216;Faustão&#8217;, que não tem nada a ver. ‘Ô loco, meu!’, pô, você fica sem ação, não sabe se você é simpático, se é fã, sisudo, se impõe respeito ou não. Aí você tem que decidir o que quer. Nós não vamos, não tem como, cara! Você imagina o Racionais no &#8216;Faustão&#8217; fazendo o quê? Comendo pizza? Vendo pegadinha?</p>
<p>(Risos)</p>
<p><strong>Fazer rap depois dos 40 não é a mesma coisa que fazer rap com 20, 30 anos. Como essa mudança acontece?</strong><br />
Eu acho que é a mesma coisa. Antes a gente fazia sem responsa, a diferença é que hoje tem todo um caminhão de areia e você tem que saber lidar com esse peso. Não pode fazer o que se fazia há 20 anos, é outra fita. Mas é o nosso meio natural, não fazemos qualquer coisa. Somos bem perfeccionistas. Estamos puxando um bonde e não podemos errar. Às vezes acontece, mas nunca penso no erro, penso no progresso.</p>
<p><strong>E o show no Lollapalooza, como foi?</strong><br />
Louco.</p>
<p><strong>Reclamaram por causa do atraso.</strong><br />
É porque foi a primeira vez que um grupo de rap tocou em um festival de rock no Brasil. É novidade, inusitado. E aí, gostei muito, os caras gostaram, tinha uma puta estrutura. Aconteceram alguns erros de última hora, como problemas no telão, iluminação e a questão do horário. Chegamos lá às 19h e a questão do atraso foi da organização do evento, que não quis conflitar os dois palcos com a apresentação principal. E os próprios organizadores também queriam ver o show.</p>
<p><strong>Vai fazer apresentações solo do disco?</strong><br />
Os shows vão acontecer: show com Seu Jorge, show sem o Seu Jorge, com meus parceiros. Penso em fazer os shows maiores em teatros, tá ligado? Com peças, cenas. Estamos vendo.</p>
<p><strong>Vocês vão disponibilizar o álbum na internet?</strong><br />
Sim, mas entre aspas. Vai ser aos poucos, algumas sim, outras não tem como. O que a gente pode fazer é de outra forma, com shows, patrocínio e mais. Estamos esperando o veículo certo e a hora certa. Tudo está sendo tratado por profissionais de calibre. O rap tem que ser tratado com seriedade e o devido respeito. Chega de sofrimento. Vamos trampar sério, porque a gente tem bala na agulha!</p>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/lL9J19gOgHw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>***<br />
<strong>Créditos da imagem e do vídeo:</strong> <a href="http://www.youtube.com/user/ogilsilva" target="_blank">Ogilsilva</a>.</p>
<p><strong>ERRATA:</strong><br />
&bull; A produção do Edi Rock entrou em contato com o <strong>Na Mira</strong> e disse que o termo &#8216;noiz&#8217;, do nome do disco, foi &#8216;suprimido&#8217;. Sendo assim, o nome correto do novo disco dele será <em>Contra Nós Ninguém Será</em>, como foi alterado no texto.</p>
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		<title>Elephant Club: &#8220;Objetivo&#8221;</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/hip-hop/rap-nacional/elephant-club-objetivo</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 17:25:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Faixas]]></category>
		<category><![CDATA[Rap Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Elephant Club]]></category>

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		<description><![CDATA[Em nova faixa, grupo de Sorocaba fala de não desistir na trajetória da 'profissão perigo']]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Em nova faixa, grupo de Sorocaba fala de não desistir na trajetória da &#8216;profissão perigo&#8217;</h4>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F45382631&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=f70404"></iframe></p>
<p>Quem quer seguir em frente, tem que acreditar. Esse é o estímulo que o grupo <a title="De Sorocaba, Elephant Club engloba rap com reggae, ragga, rock…" href="http://namiradogroove.com.br/namira/de-sorocaba-elephant-club-aproxima-rap-generos-pop" target="_blank">Elephant Club</a> passa para os ouvintes em sua nova track, &#8220;Objetivo&#8221;. A faixa também serve como estímulo para o grupo de hip hop de Sorocaba (São Paulo) prosseguir na &#8216;profissão perigo&#8217;, como eles mesmos cantam parafraseando MacGyver.</p>
<p>Com riffs de guitarra entremeados a uma produção dub que lembram o som do BNegão e os Seletores de Frequência, &#8220;Objetivo&#8221; é levada pelos vocais de Ricko Castelli, enquanto os outros integrantes cantam em coro o refrão que fala sobre não desistir dos sonhos.</p>
<p>Ouça a faixa &#8220;Objetivo&#8221; no player acima. Para fazer o download da faixa, <a href="http://soundcloud.com/elephantclub/elephant-club-objetivo/download" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
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		<title>Vem aí um discão de soul: &#8216;The Bravest Man in the Universe&#8217;, do Bobby Womack</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 18:26:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Soul/Funk]]></category>
		<category><![CDATA[Bobby Womack]]></category>
		<category><![CDATA[Damon Albarn]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira detalhes do disco que será produzido por Damon Albarn. Ouça duas faixas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Confira detalhes do disco que será produzido por Damon Albarn. Ouça duas faixas</h4>
<p>Quem tem talento, não sofre com o passar dos anos. De 50 anos pra cá, a soul music já foi reinventada, extrapolada, foi hit e foi influência para algumas das maiores figuras de uma geração que absorve de Whitney Houston a Amy Winehouse.</p>
<p>Para Bobby Womack, um dos maiores representantes vivos do gênero, tudo isso passou. Ele poderia sentar no seu divã e ver a geração de hoje regozijar-se com seus clássicos &#8220;Lookin&#8217; For a Love&#8221; ou &#8220;If You Think You&#8217;re Lonely Now&#8221;.</p>
<p>Mas eis que Womack não quer descansar. Aos 68 anos, depois de participar de faixas colaborativas com Gorillaz (é dele os vocais espirituosos de <a title="Ouça 'Stylo', de Gorillaz" href="http://www.youtube.com/watch?v=nhPaWIeULKk&amp;ob=av2e" target="_blank">&#8220;Stylo&#8221;</a>, além de colaborar na psicodélica <a title="Ouça 'Cloud of Unknowing', de Gorillaz" href="http://www.youtube.com/watch?v=HEoZU_H58bo" target="_blank">&#8220;Cloud of Unknowing&#8221;</a>, ambas faixas de <em>Plastic Beach</em>), ele anuncia o disco<em> The Bravest Man in the Universe</em>, que será lançado em 12 de junho pela XL Records, com produção de Damon Albarn.</p>
<p>A co-produção fica por conta de Richard Russell, que produziu o último registro de <a href="http://namiradogroove.com.br/tag/gil-scott-heron" target="_blank">Gil Scott-Heron</a>, o também excelente <em>I&#8217;m New Here</em>. Segundo Russell, a faixa &#8220;Stupid&#8221;, do novo disco de Womack, trará um monólogo de Scott-Heron.</p>
<p>Já se vão 18 anos desde que Bobby Womack não lança nada inédito.</p>
<p>O que se sabe também é que a hipster-pop-cultuada <a title="Crítica de 'Born to Die', de Lana Del Rey" href="http://namiradogroove.com.br/criticas/critica-lana-del-rey-born-to-die" target="_blank">Lana Del Rey</a> também terá uma participação no disco, mais precisamente na faixa que se chama &#8220;Dayglo Reflection&#8221;.</p>
<p>Do novo disco, Womack já nos agraciou com a estupenda faixa &#8211; sim, não é exagero dizer &#8211; &#8220;Please Forgive My Heart&#8221;. Com um piano pausado e espécie de chocalhos que simulam palmas, esta bela canção é pontuada por alguns efeitos lo-fi experimentais &#8211; coisa do Albarn mesmo. A voz de Womack brilha, atinge o âmago. É tão ou mais poderosa que seus hits dos anos 1960. Desde já, uma das melhores músicas do ano, sem dúvidas.</p>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/Th2XiEN2Dcg" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A faixa-título, que também foi disponibilizada, segue em uma levada trip hop com um contrabaixo tácito e momentos em que uma espécie de voz de elevador evoca a frase &#8216;the bravest man in the universe&#8217;. Aqui, sentimos o clima denso da produção de Russell.</p>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/iPr0FqXuhT0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>A seguir, confira o tracklist de <em>The Bravest Man in the Universe</em>:</p>
<p>01 The Bravest Man in the Universe<br />
02 Please Forgive My Heart<br />
03 Deep River<br />
04 Dayglo Reflection [ft. Lana Del Rey]<br />
05 Sweet Baby Mine<br />
06 Stupid<br />
07 If There Wasn&#8217;t Something There<br />
08 Love Is Gonna Lift You Up<br />
09 Nothin&#8217; Can Save Ya<br />
10 Jubilee</p>
<p>Confira também uma versão mais agitada de &#8220;Please Forgive My Heart&#8221;, mais funky, que também estará no aguardado álbum <em>The Bravest Man in the Universe</em>:</p>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/x0z6ISYHTUA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Mark Lanegan apresenta canções de &#8216;Blues Funeral&#8217; em sessão ao 4AD</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/rock/mark-lanegan-blues-funeral-sessao-4ad</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 02:39:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Lanegan]]></category>

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		<description><![CDATA[Ex-vocalista do Screaming Trees tocou quatro faixas em estúdio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Ex-vocalista do Screaming Trees tocou quatro faixas em estúdio</h4>
<p>Infelizmente não fui ao show do Mark Lanegan Band no Cine Joia (São Paulo) em abril, mas deu pra sentir o climão soturno e denso da sonoridade de <a href="http://namiradogroove.com.br/rock/critica-mark-lanegan-band-blues-funeral" title="Crítica de 'Blues Funeral', de Mark Lanegan Band" target="_blank"><em>Blues Funeral</em></a>, seu novo disco, em uma sessão exclusiva para o 4AD, gravadora que distribuiu seu último trabalho.</p>
<p>Com a &#8220;quieta fúria que soa famliar para todos que seguem a carreira de Mark a mais de duas décadas&#8221;, como anunciou a gravadora, Mark parece um morto-vivo estático, como se estivesse cantando em seu próprio funeral.</p>
<p>Isso soa fantástico para um disco cru, repleto de dores e temperado com muitas guitarras e teclados. Desde já, um dos melhores discos de 2012 para o <strong>Na Mira</strong>.</p>
<p>No player acima, você pode ouvir a sessão completa do músico no 4AD. Confira o tracklist:</p>
<p>1. The Gravedigger&#8217;s Song<br />
2. St. Louis Elegy<br />
3. Riot In My House<br />
4. Harborview Hospital</p>
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		<title>Na íntegra, o novo disco do Garbage: Not Your Kind of People</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/rock/na-integra-novo-disco-garbage-not-kind-people</link>
		<comments>http://namiradogroove.com.br/rock/na-integra-novo-disco-garbage-not-kind-people#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 22:49:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Stream]]></category>
		<category><![CDATA[Garbage]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos principais grupos de rock dos anos 1990 estava há sete anos sem lançar um disco]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Um dos principais grupos de rock dos anos 1990 estava há sete anos sem lançar um disco</h4>
<p><iframe width="630" height="600" frameborder="0" src="http://cdn.topspin.net/api/v3/player/144918" id="tsFrame144918"></iframe></p>
<p>Olha aí mais uma prova de que os anos 1990 ainda não se foi! Sete anos depois do lançamento do último disco, <em>Bleed Like Me</em>, o Garbage está de volta depois de um quebra-pau com gravadoras e muitas expectativas geradas.</p>
<p>A banda liderada pela icônica vocalista Shirley Manson retorna com seu rock alternativo quase grunge e quase gótico, com muitas pitadas de música eletrônica. </p>
<p>Como era de se esperar, o disco foi produzido pelo baterista Butch Vig, que também é conhecido por seus Grammys e pelas produções de <a href="http://namiradogroove.com.br/especial/nirvana-nevermind-20-anos-classico-absoluto" title="Nevermind: 20 anos de um clássico absoluto" target="_blank"><em>Nevermind</em></a> (Nirvana) e <a href="http://namiradogroove.com.br/rock/wasting-light-prova-que-o-peso-faz-bem-para-o-pop-do-foo-fighters" title="Crítica do disco 'Wasting Light', do Foo Fighters" target="_blank"><em>Wasting Light</em></a> (Foo Fighters), entre muitos outros.</p>
<p>Ouça o novíssimo disco do Garbage, <em>Not Your Kind of People</em>, na íntegra, no player acima.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Crítica: Santigold &#124; Master of My Make-Believe</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/criticas/critica-santigold-master-of-my-make-believe</link>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 14:36:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Santigold]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://namiradogroove.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/santigold-master-of-my-make-believe.jpg" alt="" title="" width="100" height="100" class="alignleft size-full wp-image-10441" />[rating:2]

O time de produtores é muito bom, mas Santigold segue caminho errado ao procurar a exacerbação quando já estamos cansados do excesso dela. Apesar de oferecerem bases criativas, Q-Tip, Dave Sitek (TV On the Radio), Diplo, Switch (do Major Lazer), Ricky Blaze ("Disparate Youth"), Greg Kurstin e Nick Zinner não sustentam o escapismo superficial da música de Santigold.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>O time de produtores é muito bom, mas Santigold segue caminho errado ao procurar a exacerbação quando já estamos cansados do excesso dela</h4>
<p><div id="attachment_10441" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img src="http://namiradogroove.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/santigold-master-of-my-make-believe.jpg" alt="" title="" width="200" height="200" class="size-full wp-image-10441" /><p class="wp-caption-text">01 GO! (ft. Karen O)<br />
02 Disparate Youth<br />
03 God From The Machine<br />
04 Fame<br />
05 Freak Like Me<br />
06 This Isn’t Our Parade<br />
07 The Riot’s Gone<br />
08 Pirate In The Water<br />
09 The Keepers<br />
10 Look At These Hoes<br />
11 Big Mouth</p></div><strong>Gravadora:</strong> Atlantic<br />
2 out of 5 stars</p>
<p>De Santi White, foi pra Santogold, que agora é Santigold. As nomenclaturas não passam de brincadeiras, porque não muda nada de uma para outra. </p>
<p>Em <em>Master of My Make-Believe</em>, a cantora continua apostando nos elementos de choque que costuram a produção pop atual: tem baterias em marcha, contrabaixos em ritmo criativo, riffs que nos deixam com vontade de levantar da cadeira.</p>
<p>Trabalhar com música pop deveria render destaque, ainda mais quando se tem na manga uma cartilha poderosa de produtores, que vai de Q-Tip (ele coassina &#8220;GO!&#8221;, carburando bem em uma faixa que Santigold, em parceria com Karen O, estraga ao copiar vergonhosamente M.I.A.) a Dave Sitek (com loopings estéticos que lembram mesmo sua banda, <a href="http://namiradogroove.com.br/tag/tv-on-the-radio" target="_blank">TV On the Radio</a>, em &#8220;Fame&#8221;, que poderia ter sido salva por Nicki Minaj) &#8211; sem deixar de mencionar Diplo, Switch (do Major Lazer), Ricky Blaze (&#8220;Disparate Youth&#8221;), Greg Kurstin e Nick Zinner que, apesar de oferecerem bases criativas, não sustentam o escapismo superficial da música de Santigold.</p>
<p>O que mais intriga é que <em>Master of My Make-Believe</em> não chega a ser um disco ruim. Se houvesse a opção de excluir os vocais da cantora e curtir somente as bases, seria bem mais legal.</p>
<p>Querer soar exacerbado em um mundo onde a exacerbação é uma cartilha manjada pode não ser uma boa ideia. O segundo disco de Santigold é a prova viva disso.</p>
<p>***</p>
<p>Para ouvir o disco <em>Master of My Make-Believe</em>, <a title="Na íntegra: 'Master of My Make-Believe', de Santigold" href="http://namiradogroove.com.br/hip-hop/na-integra-master-of-my-make-believe-de-santigold" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/cxdQ_uD5IWk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Melhores Faixas:</strong> &#8220;Fame&#8221;, &#8220;Big Mouth&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Veja o clipe de &#8220;Reza&#8221;, de Rita Lee</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/rock/rock-nacional/veja-clipe-de-reza-de-rita-lee</link>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 22:46:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Rock Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Rita Lee]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto de Carvalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a primeira amostra audiovisual do disco de mesmo nome da cantora, que será lançado neste mês]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Confira a primeira amostra audiovisual do disco de mesmo nome da cantora, que será lançado neste mês</h4>
<p>Cara, a Rita Lee é muito junkie. Mesmo em um clipe onde ela aparece andando tranquilamente em um parque, é fácil perceber as doideiras de Rita. Tudo isso está em seu andar, no seu modo de falar, de cantar, de como encarar as coisas. </p>
<p>Ela anda de cabeça baixa, mas com a alegria de quem é livre e não precisa dar satisfações a ninguém mais. Poderia ser &#8216;bonitinho&#8217;, mas nada nas mãos de Rita Lee soa com esse aspecto.</p>
<p>Enfim, com vocês, o primeiro trabalho audiovisual do disco <em>Reza</em> que, de acordo com o <a href="http://www2.uol.com.br/ziriguidum/1205/120504-01.htm" target="_blank">ZiriGuidum.com</a>, é &#8220;um saboroso drops de sabores variados e surpresas no caminho, mantendo a marca de Rita e Roberto [<em>de Carvalho, marido e parceiro musical</em>]&#8220;.</p>
<p>O vídeo, que você pode conferir no player acima, foi dirigido por Ricardo Spencer.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Animal Collective: &#8220;Honeycomb&#8221; e &#8220;Gotham&#8221;</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/experimental/animal-collective-honeycomb-gotham</link>
		<comments>http://namiradogroove.com.br/experimental/animal-collective-honeycomb-gotham#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 May 2012 22:13:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Experimental]]></category>
		<category><![CDATA[Faixas]]></category>
		<category><![CDATA[Animal Collective]]></category>

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		<description><![CDATA[Grupo de rock experimental vai lançar um 7" com as duas canções]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Grupo de rock experimental vai lançar um 7&#8243; com as duas canções</h4>
<p><iframe width='525' height='530' frameborder='0' src='http://www.myanimalhome.net/embed/honeycomb500.html'></iframe></p>
<p>Muitos sons estranhos são lançados a cada ano, mas parece que a música atual necessita do Animal Collective. Precisamos nos surpreender, ser chocados com a mistura de experimentalismo, pretensão e embriaguez de suas produções. É mais ou menos isso que o grupo nos oferece com o lançamento das faixas &#8220;Honeycomb&#8221; e &#8220;Gotham&#8221;, que serão laçadas em vinil 7&#8243; pela Domino no dia 26 de junho.</p>
<p>O membro Avey Tare já chegou a confirmar que o grupo estava gravando novas canções para um novo disco em janeiro. Provavelmente &#8220;Honeycomb&#8221; e &#8220;Gotham&#8221; tenha saído dessas sessões.</p>
<p>&#8220;Honeycomb&#8221; soa como uma corrente tribal levada por impulsos eletrônicos. É esquizofrênica e repleta de loopings. Caberia em uma apresentação pretensiosa do Cirque du Soleil feita por um hindu experiente que come fogo e arrota baforadas flamejantes.</p>
<p>&#8220;Gotham&#8221; é levada por riffs anacrônicos, forjando uma balada intensificada por percussões e maciças pontuações eletrônicas. Não sei por que motivo, acredito que se encaixaria como uma canção perdida de <em>Spirit They&#8217;re Gone, Spirit They&#8217;ve Vanished</em>, primeiro disco do Animal Collective.</p>
<p>Ouça as duas ótimas canções novas do AC no player acima. Ainda não há detalhes sobre o novo disco da banda, mas há chances de que seja lançado ainda no final de 2012.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Emicida: &#8220;9 Círculos&#8221;</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/hip-hop/rap-nacional/emicida-9-circulos</link>
		<comments>http://namiradogroove.com.br/hip-hop/rap-nacional/emicida-9-circulos#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 May 2012 19:12:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Faixas]]></category>
		<category><![CDATA[Rap Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Emicida]]></category>

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		<description><![CDATA[Canção foi elaborada para o game <em>Max Payne 3</em>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Canção foi elaborada para o game <em>Max Payne 3</em></h4>
<p><iframe width="100%" scrolling="no" height="166" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F45617361%3Fsecret_token%3Ds-6X6wR&amp;show_artwork=true&amp;secret_url=true"></iframe></p>
<p>O rapper Emicida continua quebrando paradigmas no gênero. É que a Rockstar, produtora de games como GTA, vai lançar um novo game, intitulado <em>Max Payne 3</em>, que será ambientado na cidade de São Paulo. E o músico, é claro, se destacou como uma grandes vozes da cidade. Não à toa, o game terá muitas músicas assinadas por Emicida, como &#8220;I Love Quebrada&#8221;, &#8220;Sorriso Favela&#8221; e &#8220;Avua Besouro&#8221;.</p>
<p>A canção &#8220;9 Círculos&#8221;, inédita até então, também integrará a trilha sonora do jogo, que é conduzido por um personagem que está em busca de uma garota sequestrada.</p>
<p>“Ter uma canção cantada em português num lançamento mundial é muito especial para a música brasileira. ‘9 Círculos’ passeia por uma brasilidade bem interessante, flerta com maracatu e samba. É um texto bem cru sobre a realidade das ruas, estou feliz com isso”, disse Emicida em seu <a href="http://emicida.com/blog/inspirado-no-caos-da-cidade-de-sao-paulo-emicida-lanca-9-circulos" target="_blank">site oficial</a>.</p>
<p>A faixa, produzida por Casp e Nave Beatz, foi inspirada no caos de São Paulo e chega a citar seu inconformismo com o prefeito Gilberto Kassab.</p>
<p>Ouça &#8220;9 Círculos&#8221; no player acima. O jogo <em>Max Payne 3</em> será lançado no dia 31 de maio para PC e os consoles XBox 360 e Playstation 3. Para fazer o download da canção, <a href="http://www.4shared.com/mp3/5wycJY9t/Emicida_-_9_Circulos__Prod_Emi.html?" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Passion Pit: &#8220;Take a Walk&#8221;</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/eletronica/synthpop/passion-pit-take-walk</link>
		<comments>http://namiradogroove.com.br/eletronica/synthpop/passion-pit-take-walk#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 May 2012 15:48:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Faixas]]></category>
		<category><![CDATA[Synthpop]]></category>
		<category><![CDATA[Passion Pit]]></category>

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		<description><![CDATA[Grupo de eletropop lança novo disco dia 24 de julho]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Grupo de eletropop lança novo disco dia 24 de julho</h4>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F45336010&#038;" frameborder="0" ></iframe></p>
<p>Fãs do eletropop indie e dançante do Passion Pit podem comemorar: dia 24 de julho o grupo norte-americano lança o sucessor de <em>Manners</em> (de 2009), que deve se chamar <em>Gossamer</em>.</p>
<p><em></em>Hoje, o quinteto disponibilizou a primeira amostra do novo trabalho. De pegada alegre, quase carnavalesca, &#8220;Take a Walk&#8221; soa mais ou menos como uma junção de Franz Ferdinand com loopings eletrônicos. Uma canção para o verão, daquelas que têm tudo para se tornar um novo hit indie: o refrão é fácil de ser cantado, é dançante, tem arranjos pop&#8230;</p>
<p>Ouça &#8220;Take a Walk&#8221; no player acima.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>G. Álbuns: Beastie Boys &#124; Ill Communication :: 1994</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/hip-hop/g-albuns-beastie-boys-ill-communication-1994</link>
		<comments>http://namiradogroove.com.br/hip-hop/g-albuns-beastie-boys-ill-communication-1994#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 May 2012 15:19:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Grandes Álbuns]]></category>
		<category><![CDATA[Hip Hop]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Beastie Boys]]></category>

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		<description><![CDATA[O terceiro e potente disco do trio que marcou uma geração. Quem não gosta de Beastie Boys?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>O terceiro e potente disco do trio que marcou uma geração. Afinal, quem não gosta de Beastie Boys?</h4>
<p>Na sexta-feira, 4 de maio, Adam Yauch, o MCA dos Beastie Boys, faleceu aos 47 anos em decorrência de um câncer que lutava desde 2009. Triste notícia. Como muita gente já perguntou, reforço o coro: quem nesta vida não gostava de Beastie Boys? Da nossa geração, eles tornaram-se símbolos dos melhores momentos de nossa adolescência. Ser arruaceiro e doido era legal. Ouvindo Beastie Boys no carro, festa, quarto, mp3 então&#8230; era como passar pela fonte eterna da juventude.</p>
<p><div id="attachment_10419" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img src="http://namiradogroove.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/beastie-boys-ill-communication.jpg" alt="" title="" width="200" height="200" class="size-full wp-image-10419" /><p class="wp-caption-text">01 Sure Shot<br />
02 Tough Guy<br />
03 B-Boys Makin' With The Freak Freak<br />
04 Bobo On The Corner<br />
05 Root Down<br />
06 Sabotage<br />
07 Get It Together<br />
08 Sabrosa<br />
09 The Update<br />
10 Futterman's Rule<br />
11 Alright Hear This<br />
12 Eugene's Lament<br />
13 Flute Loop<br />
14 Do It<br />
15 Ricky's Theme<br />
16 Heart Attack Man<br />
17 The Scoop<br />
18 Shambala<br />
19 Bodhisattva Vow<br />
20 Transitions</p></div>É difícil resumir a obra de um dos trios mais influentes do hip hop. Por isso, resolvi trazer hoje aqui para a seção Grandes Álbuns aquele que é o disco que me aproximou da banda: <em>Ill Communication</em>, lançado em 1994.</p>
<p>Impossível falar desse disco sem mencionar &#8220;Sabotage&#8221;, com aquele vídeo bombástico com MCA, Ad-Rock e Mike D trajados como detetives tarantinescos em busca de traficantes esquisitões. Tudo na direção de Spike Jonze. E a música então? Não à toa é considerada uma das mais perigosas para se ouvir enquanto dirige: dos riffs de hard rock iniciais aos scratches esquizofrênicos e gritos urrantes dignos de uma banda punk, &#8220;Sabotage&#8221; tem todos os elementos que representam perigo, destreza, explosão. Tornou-se uma das melhores músicas da banda, praticamente um hino.</p>
<p><em>Ill Communication</em> tem um total de 20 faixas, mas passa longe de ser um disco rebarbativo. É quebrado por várias sessões instrumentais, que vão do P-funk de &#8220;Futterman&#8217;s Rule&#8221; (clara influência de <a href="http://namiradogroove.com.br/rb/morre-aos-66-anos-o-influente-guitarrista-de-rb-e-funk-phelps-catfish-collins" title="Morre aos 66 anos o influente guitarrista de R&#038;B e funk Phelps ‘Catfish’ Collins" target="_blank">Catfish Collins</a>, ex-guitarrista do <a href="http://namiradogroove.com.br/soulfunk/grandes-albuns-21-parliament-mothership-connection" title="Grandes Álbuns: 'Mothership Connection', do Parliament" target="_blank">Parliament</a>) à psicodelia de instrumentos escoceses, com um toque de lounge, em &#8220;Eugene&#8217;s Lament&#8221;, que traz um pouco da caracterização budista, religião de MCA.</p>
<p>Os vocais hip hop do trio podem figurar em distintos gêneros. Veja a interpolação entre flautas e scratches em &#8220;Flute Loop&#8221;, ou então a influência jazzística de &#8220;Get It Together&#8221;, assegurada pelos vocais de Q-Tip, do A Tribe Called Quest, grupo de rap que melhor trabalhou essa junção de rap com cool jazz.</p>
<p>Ou então o hard core de &#8220;Heart Attack Man&#8221;, que poderia figurar em um disco dos Bad Brains.</p>
<p>Em &#8220;Do It&#8221;, o Beastie Boys parte para um funk estilizado em um rap cru, com direito a sampler de um som do Billy Joel: &#8220;We Didn&#8217;t Start the Fire&#8221;.</p>
<p>Além de ser o disco que melhor condensa o ecletismo e a anarquia dos Beastie Boys, <em>Ill Communication</em>, aos 18 anos de idade, é, na minha opinião, um dos melhores discos de hip hop de todos os tempos. Isso porque tem uma relação com minha formação musical e influência de gêneros. A discografia dos Beastie Boys é muito vasta: corra atrás também de <em>Paul&#8217;s Boutique</em>, <em>Hello Nasty!</em> e o debut <em>Licensed to Ill</em>. Ou mesmo o novíssimo <em>Hot Sauce Commitée Pt. 2</em>, que você pode ouvir na íntegra <a href="http://namiradogroove.com.br/hip-hop/para-salvar-nos-do-tedio-beastie-boys-vem-com-tudo-em-hot-sauce-committee-pt-2" title="Confira a crítica e ouça na íntegra o último disco dos Beastie Boys" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Ouvir Beastie é sempre uma brincadeira. Daquelas que não enjoam nunca.</p>
<p><iframe width="630" height="457" src="http://www.youtube.com/embed/z5rRZdiu1UE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><iframe width="630" height="457" src="http://www.youtube.com/embed/6zT8fuO02gk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Emicida: &#8220;Trouble&#8221; (ft. M-1, do Dead Prez)</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/hip-hop/rap-nacional/emicida-trouble-ft-m-1-dead-prez</link>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 14:35:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Faixas]]></category>
		<category><![CDATA[Rap Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Dead Prez]]></category>
		<category><![CDATA[Emicida]]></category>

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		<description><![CDATA[Faixa foi produzida por Beatnick, Beatdown e K-Salaam, os mesmos de <em>Doozicabraba e a Revolução Silenciosa</em>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Faixa foi produzida por Beatnick, Beatdown e K-Salaam, os mesmos de <em>Doozicabraba e a Revolução Silenciosa</em></h4>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F45046550&#038;" frameborder="0" ></iframe></p>
<p>Tem um monte de trabalho de Emicida na rua. Do single &#8220;Triunfo&#8221; a <a href="http://namiradogroove.com.br/videos/emicida-clipe-de-zica-vai-la" title="Confira o clipe de 'Zica, Vai Lá', de Emicida" target="_blank">&#8220;Zica, Vai Lá!&#8221;</a>, um dos rappers mais prolíficos da atualidade mostrou uma evolução natural que vem causando na cena. No entanto, todos eles são EPs; Emicida ainda não tem um álbum consolidado.</p>
<p>Em &#8220;Trouble&#8221;, Emicida puxa uma levada mais funky (bem Bootsy Collins mesmo), com os mesmos produtores do elogiado <a href="http://namiradogroove.com.br/hip-hop/download-emicida-doozicabraba-revolucao-silenciosa" title="Faça o download de 'Doozicabraba e a Revolução Silenciosa', de Emicida" target="_blank"><em>Doozicabraba e a Revolução Silenciosa</em></a>: Beatnick, Beatdown &amp; K-Salaam. </p>
<p>Aqui, o rapper brasileiro divide os vocais com o M-1, do duo Dead Prez (que dedica boa parte de suas rimas a favor do pan-africanismo).</p>
<p>No player acima, ouça &#8220;Trouble&#8221;, que deve integrar o primeiro disco de fato de Emicida. Para fazer o download da música, <a href="http://www.4shared.com/mp3/WDmysqWV/Emicida__M1_-_Trouble__Prod_by.html?" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vídeos da Semana #29: de 28 de abril a 4 de maio</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/videos/videos-da-semana-29-de-28-de-abril-4-de-maio</link>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 22:17:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Beenie Man]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Dog]]></category>
		<category><![CDATA[Here We Go Magic]]></category>
		<category><![CDATA[Kanye West]]></category>
		<category><![CDATA[Tenacious D]]></category>

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		<description><![CDATA[Veja clipes de Beenie Man, Dr. Dog, Here We Go Magic, Kanye West e Tenacious D]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Veja clipes de Beenie Man, Dr. Dog, Here We Go Magic, Kanye West e Tenacious D</h4>
<p>Atualmente, uma das maiores vozes da Jamaica é Beenie Man. E ele veio com tudo no clipe de &#8220;Rock the World&#8221;, que mostra nosso mundo de uma forma mais colorida. Coisas que só o dancehall faz para você. </p>
<p>O Tenacious D persiste na ideia de que é a maior banda do mundo, o baixista do Dr. Dog captura pessoas adoidado nas ruas para zoar com elas, o Here We Go Magic dá uma prévia de como pode ser divertido ter uma mulher-robô&#8230; E o Kanye West, dois anos depois, solta um novo clipe do álbum <a href="http://namiradogroove.com.br/hip-hop/a-genialidade-compreendida-de-kanye-west" title="Crítica de 'My Beautiful Dark Twisted Fantasy', de Kanye West" target="_blank"><em>My Beautiful Dark Twisted Fantasy</em></a>.</p>
<p>Confira os cinco melhores clipes da semana postados no <a title="Tumblr: Na Mira do Groove" href="http://namiradogroove.tumblr.com/" target="_blank">Tumblr</a>:</p>
<h2>5. Beenie Man: &#8220;Rock the World&#8221;</h2>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/chdMiAEc8g4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O grande herói do dancehall jamaicano Beenie Man viaja em um planeta parecido com a terra, onde tudo é mais colorido e cheio de extravagâncias. No entanto, os objetos de ganância são os mesmos: mulheres que rebolam, dinheiro, carros importados, garrafas de rum. O clipe diverte pelos efeitos visuais e pelo vozeirão impactante de Beenie Man. Foi dirigido por Stephen K. Schuster com Weird Days.</p>
<hr/>
<h2>4. Tenacious D: &#8220;Rize of the Fenix&#8221;</h2>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/ls3rD8VfiSY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>No novo disco, <em>Rize of the Fenix</em>, o Tenacious D veio com a premissa de que é a melhor banda do mundo. Os métodos de como eles chegaram lá, não importam. Mais uma vez o ator/músico Jack Black surge com o parceiro Kyle Gass com suas esquisitices, efeitos amadores e um chroma key bem, digamos, primitivo. Foi dirigido por DANIELS.</p>
<hr/>
<h2>3. Dr. Dog: &#8220;Lonesome&#8221;</h2>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/I_RvcS0PDoA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Cinco pessoas foram capturadas por um doido qualquer. Eles estão vendados. Na hora, vem à mente os castigos insanos que ficaram cravados em &#8220;Drunk Girls&#8221;, do LCD Soundsystem. Digamos que é mais ou menos isso.</p>
<hr/>
<h2>2. Here We Go Magic: &#8220;How Do I Know&#8221;</h2>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/MqaMEMIBPIw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Ter uma mulher-robô que dança bastante, enquanto sua esposa (cadeirante) reclama de tudo isso. É a vida. Às vezes, levar o robô para as ruas, para descontrair, pode ser algo divertido. Dirigido por Sean Pecknold.</p>
<hr/>
<h2>1. Kanye West: &#8220;Lost in the World&#8221;</h2>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/2LDoJoRM260" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Tem quase dois anos que Mr. West lançou o épico <a href="http://namiradogroove.com.br/hip-hop/a-genialidade-compreendida-de-kanye-west" title="Crítica de 'My Beautiful Dark Twisted Fantasy', de Kanye West" target="_blank"><em>My Beautiful Dark Twisted Fantasy</em></a>. Como seria de imaginar, cada produção de clipe deste grande disco não deixa de surpreender. Como é de costume, o rapper já avisa de antemão que diversas luzes cruzarão suas telas nos próximos minutos. Mas não espere nada parecido com &#8220;All of the Lights&#8221;: Kanye West surge dos céus em plano plongée, enquanto almas perdidas ovacionam o músico tal qual um divino misterioso. Talvez o melhor clipe já gravado por West. Foi dirigido por Ruth Hogben.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Novo EP do Ludov na íntegra: O Paraíso</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/rock/rock-nacional/novo-ep-ludov-na-integra-o-paraiso</link>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 16:53:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Rock Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Stream]]></category>
		<category><![CDATA[Ludov]]></category>

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		<description><![CDATA[Banda comemora 10 anos de atividade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Banda comemora 10 anos de atividade</h4>
<p><iframe width="100%" height="350" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Fplaylists%2F1939389&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=f70404"></iframe></p>
<p>Na surdina, mas nem tanto. O Ludov completa em 2012 dez anos de atividade e acaba de disponibilizar o EP <em>O Paraíso</em>, com quatro faixas, que você pode ouvir na íntegra no player acima.</p>
<p>A pegada é o rock indie, como usual, mas com letras um pouco mais viajandonas que suas canções mais conhecidas (como &#8220;Princesa&#8221; e &#8220;O Que eu Procurava&#8221;).</p>
<p>Em uma primeira audição, gostei de &#8220;Circuito&#8221;, um rock&#8217;n roll pesado que parece controlar a agressividade no ponto certo. Já &#8220;Andei de Bicicleta&#8221; é mais lenta, para ser cantada nos momentos mais intimistas.</p>
<p>Em <a href="http://www.rocknbeats.com.br/2012/02/09/entrevista-ludov-fala-sobre-seus-dez-anos-de-carreira-e-planos-para-2012/" target="_blank">entrevista ao Rock&#8217;n Beats</a>, o Ludov afirmou que deve lançar mais um EP neste ano, para depois soltar um álbum completo.</p>
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		<title>Neil Young &amp; Crazy Horse: clipe de &#8220;Oh Susannah&#8221; e detalhes do disco Americana</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 20:06:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Crazy Horse]]></category>
		<category><![CDATA[Neil Young]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo disco do grupo de country rock será lançado dia 5 de junho]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Novo disco do grupo de country rock será lançado dia 5 de junho</h4>
<p>Não é nenhum furo de reportagem a notícia de que Neil Young retorna neste ano com um disco novo chamado <em>Americana</em>, junto com todos os membros originais do Crazy Horse (com Billy Talbot no baixo, Ralph Molina na bateria e o guitarrista Frank &#8216;Poncho&#8217; Sampedro).</p>
<p>O novo disco traz canções norte-americanas clássicas repaginadas, com aquele toque rock&#8217;n roll de forte tempero country que já é marca registrada da banda. </p>
<p>O último trabalho do Neil Young &amp; Crazy Horse, com todos os membros, é o álbum <em>Broken Arrow</em>, de 1996.</p>
<p>Nesta semana, os músicos deram a primeira amostra de <em>Americana</em>, que deve sair dia 5 de junho. &#8220;Oh Susannah&#8221;, a primeira faixa do disco, ganhou um clipe que mostra uma típica reunião de família e amigos trabalhadores da antiga América ovacionando as atitudes blueseiras. Até o garoto fuma um charuto no vídeo P&#038;B, que você confere no player acima.</p>
<p>A seguir, confira o tracklist de <em>Americana</em>:</p>
<p>01 “Oh Susannah”<br />
02 “Clementine ”<br />
03 “Tom Dooley”<br />
04 “ Gallows Pole ”<br />
05 “Get A Job ”<br />
06 “Travel On ”<br />
07 “High Flyin’ Bird ”<br />
08 “She’ll Be Comin ’Round The Mountain”<br />
09 “This Land Is Your Land ”<br />
10 “Wayfarin’ Stranger ”<br />
11 “God Save The Queen”</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Faixa a Faixa: Rodrigo Campos &#124; Bahia Fantástica</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/mpb/faixa-faixa-rodrigo-campos-bahia-fantastica</link>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 23:20:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[MPB]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Campos]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira as primeiras impressões do <strong>Na Mira</strong> do aguardado sucessor de <em>São Mateus...</em>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Confira as primeiras impressões do <strong>Na Mira</strong> do aguardado sucessor de <em>São Mateus Não é Um Lugar Assim Tão Longe</em></h4>
<p><a href="http://namiradogroove.com.br/criticas/critica-siba-avante" target="_blank">Siba</a>, <a href="http://namiradogroove.com.br/mpb/critica-ceu-caravana-sereia-bloom" target="_blank">Céu</a>, <a href="http://namiradogroove.com.br/experimental/na-integra-arrocha-de-curumin" target="_blank">Curumin</a>, <a href="http://namiradogroove.com.br/soulfunk/bnegao-os-seletores-de-frequencia-disponibilizam-sintoniza-la" target="_blank">BNegão e os Seletores de Frequência</a>&#8230; Todos esses discos foram celebrados pelo <strong>Na Mira do Groove</strong> quando foram disponibilizados. Mas o lançamento mais aguardado por este espaço em 2012 foi, sem sombra de dúvidas, <em>Bahia Fantástica</em>, sucessor de <em>São Mateus Não é um Lugar Assim Tão Longe</em>.</p>
<p>Pipocaram faixas novas, previews e até uma <a href="http://namiradogroove.com.br/entrevistas/entrevista-rodrigo-campos" target="_blank">entrevista exclusiva de Rodrigo Campos</a> já foi cedida ao <strong>Na Mira</strong>. Portanto, a expectativa era algo natural.</p>
<p>O disco foi produzido por Gustavo Lenza junto com todos os instrumentistas que tocam nele: Thiago França (sax tenor, flauta, EWI), M. Takara (bateria), Maurício Fleury (pianos e teclados), Kiko Dinucci (guitarra), Marcelo Cabral (baixo e arranjos de corda), o próprio Rodrigo (voz e violão) e Romulo Fróes, que assina a direção musical e artística.</p>
<p>Hoje, <a href="http://blog.revistaurbana.com.br/?p=1723" target="_blank">caiu na rede</a> o álbum <em>Bahia Fantástica</em>, que deve ir às lojas ainda neste mês. A seguir, confira as impressões de cada uma das 12 faixas deste que, em pouco tempo de vida, já é um dos destaques do ano:</p>
<p><strong>1. &#8220;Cinco Doces&#8221;</strong><br />
É uma faixa introdutória, que já mostra as faíscas da excelente trupe instrumental, composta por Thiago, Takara, Fleury, Kiko e Cabral, além do próprio Rodrigo. Em clima flutuante, o músico celebra o impacto da Bahia em sua obra.</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F45116345&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=f70404"></iframe></p>
<hr/>
<p><strong>2. &#8220;Princesa do Mar&#8221;</strong><br />
A música fala de uma garotinha que, provavelmente, não vai com muita frequência para a praia. De tanta vontade de ir, ela abraça o mar, mesmo depois do almoço, para matar uma saudade imensa. No entanto, quando o compositor diz que ela &#8216;entrou na maré bruta, virou na maré mansa&#8217;, narra a morte da garota por afogamento. Que Iemanjá a abençoe.</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F45115015&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=f70404"></iframe></p>
<hr/>
<p><strong>3. &#8220;Ribeirão&#8221;</strong><br />
Uma linda poesia escrita para Criolo brilhar &#8211; sim, é o rapper quem canta aqui. Dos tempos da senzala, a canção parece ambientar uma Bahia em que os escravos tinham como fugacidade o momento de ir ao ribeirão lavar roupas. Como toda história escravocrata, não termina bem. E aqui, fica difícil dar mais créditos a: a) o instrumental, que tempera calmaria e tensão como se tais contrapontos fossem lineares; b) Rodrigo Campos, que escreveu a trama; c) Criolo, que a interpreta lindamente. Provavelmente o rapper deve cantá-la em suas próximas apresentações, não tenha dúvidas.</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F45113850&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=f70404"></iframe></p>
<hr/>
<p><strong>4. &#8220;Beco&#8221;</strong><br />
Tava com saudades dos personagens da periferia de São Paulo, do disco anterior? Não há nenhuma localidade geográfica no beco, ele é quase invisível &#8211; mas existe a semelhança com as crônicas do disco anterior nesta canção, algo indelével na arte de Rodrigo. O beco é local mais que apropriado para conhecer pessoas, marcar esquema, trocar o óleo. Rodrigo centra em um triângulo que envolve o personagem principal, Beto e Nani, que &#8216;trocam figurinhas&#8217;. Rodrigo dá o conselho que um irmão daria para o virgem mais novo: &#8216;deixa o Beto te ligar&#8217;. Canção de relembrar as primeiras experiências amorosas.</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F45112712&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=f70404"></iframe></p>
<hr/>
<p><strong>5. &#8220;Morte na Bahia&#8221;</strong><br />
Maurício Badé assume a percussão, montando um climão umbanda. É a trilha que deve ter vindo na cabeça do músico ao contemplar uma flor no meio do caminho, nos bairros de Salvador. Um rito que paira em nossas cabeças, &#8216;mas meu coração não entendeu&#8217;. Quem canta aqui é Luisa Maita.</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F45111793&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=f70404"></iframe></p>
<hr/>
<p><strong>6. &#8220;Sete Vela&#8221;</strong><br />
&#8220;Buda&#8221; Nascimento introduz a canção com um violino lúgubre que conta a crônica meticulosa de um rapaz chamado Alexandre que tenta roubar um carro importado, mas está com medo de morrer. E aí, ele relembra a história de Maurício, que &#8216;rodou geral&#8217; e morreu quando atingiu a maioridade após assaltar um carro.</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F45110949&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=f70404"></iframe></p>
<hr/>
<p><strong>7. &#8220;Aninha&#8221;</strong><br />
Tal qual a onda de mar que avança pela noite, ou o sol que se põe antes das 18h, &#8220;Aninha morre todo fim de tarde&#8221;. A música é quase carnavalesca, mas também busca um sentido espiritual mais denso até partir para a agressividade instrumental, que parece significar os acessos de raiva e nervosismo ao deparar-se com o estranho significado do termo &#8216;morrer&#8217;.</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F45109823&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=f70404"></iframe></p>
<hr/>
<p><strong>8. &#8220;Jardim Japão&#8221;</strong><br />
A mulher que canta aqui é Juçara Marçal, com o clima amazônico que vem de <a href="http://namiradogroove.com.br/criticas/critica-kiko-dinucci-jucara-marcal-thiago-franca-meta-meta" title="Crítica do disco 'Metá Metá, de Juçara Marçal, Thiago França e Kiko Dinucci" target="_blank"><em>Metá Metá</em></a>. A música foi escrita por Rodrigo Campos em parceria com Vicente Barreto, e é uma das mais complexas de <em>Bahia Fantástica</em>. Fala dos lúgubres momentos antes de &#8216;tomar a boca&#8217;, ação que ficou bem conhecida após o sucesso de <em>Cidade de Deus</em>. Vai ter morte (portanto, &#8216;não pira o cabeção&#8217;). Juçara está fantástica e a guitarra de Guilherme Held mais a percussão de Badé flamejam como o fogo que se espalha no Jardim Japão.</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F45108961&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=f70404"></iframe></p>
<hr/>
<p><strong>9. &#8220;General Geral&#8221;</strong><br />
Ser mandatário de algum lugar ou alguma coisa requer especialidade, mas muitas vezes confunde-se hereditariedade com dom. Neste caso, Rodrigo poderia estar falando de algum rico que é respeitado em suas redondezas por conta de sua herança &#8211; ou não. &#8220;A razão de alcunha elegante/Capitão General sem por quê&#8221;. A música entra em uma jam envolvente, onde todos os músicos que formam coro parecem venerar o tal &#8216;general geral&#8217;.</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F45107864&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=f70404"></iframe></p>
<hr/>
<p><strong>10. &#8220;Elias&#8221;</strong><br />
Rodrigo volta para São Paulo, mais precisamente a estação de trem Prefeito Saladino, favela da 18. O personagem mudou de vida, quis deixar de lado a &#8216;memória da maloqueragem&#8217;. O violino de &#8220;Buda&#8221; Nascimento complementa a dramaticidade que vem durante o período de mudança.</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F45105711&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=f70404"></iframe></p>
<hr/>
<p><strong>11. &#8220;Capitão&#8221;</strong><br />
Uma das canções mais idiossincráticas de <em>Bahia Fantástica</em>. Rodrigo fala da vida de um capitão que não acredita na vida após a morte: &#8216;Não crê em Deus, Ogum, nem nada/vai deixar de ser&#8217;. <a href="http://namiradogroove.com.br/entrevistas/entrevista-rodrigo-campos" title="Entrevista exclusiva com Rodrigo Campos" target="_blank">Na entrevista exclusiva com o <strong>Na Mira</strong>, Rodrigo explicou essa relação com a morte</a>: &#8220;Essa incompreensão de deixar de existir é muito forte&#8221;, disse. &#8220;E é uma humildade muito grande assumir a finitude das coisas e não preparar outro mundo depois da morte&#8221;. Tipo o capitão.</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F45104259&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=f70404"></iframe></p>
<hr/>
<p><strong>12. &#8220;Sou de Salvador&#8221;</strong><br />
Uma música folclórica, de encerramento. Celebra a Bahia da forma como ela se impõe na cultura brasileira: com muita festividade, alegria, dança&#8230; Rodrigo, sem compromisso, fez uso da conhecidíssima &#8220;Escravos de Jó&#8221;, que muitos já devem ter cantado em rodas junto com os colegas nos primeiros anos escolares.</p>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F45102283&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=f70404"></iframe></p>
<hr/>
<p><strong>ERRATAS:</strong></p>
<p>&bull; Em &#8220;Princesa do Mar&#8221;, Rodrigo Campos fala de criança feliz, mas dá um final trágico. Não tem nada a ver com a vontade de <em>contemplar a calma apreciando o mar à distância</em>, como estava anteriormente.</p>
<p>&bull; A canção &#8220;Sete Vela&#8221; não versa sobre um <em>&#8216;playboy&#8217; que está de rolê com sua Mitsubishi, mas não sabe como arrumá-la quando ela dá pau</em>, como estava anteriormente. Na verdade, fala de um assalto.</p>
<p>&bull; &#8220;General Geral&#8221; não fala de <em>sólida hierarquia e patentes</em>, como estava antes. Ela fala de relações de &#8216;cima para baixo&#8217;, e de &#8216;baixo para cima&#8217;, de um modo &#8216;geral&#8217;.</p>
<p>&bull; &#8220;Capitão&#8221; não é <em>continuação de &#8220;General Geral&#8221;</em>, como estava anteriormente. É um profundo questionamento da vida.</p>
<p>Todos os equívocos foram apontados por Rodrigo Campos. Muito obrigado pelos toques!</p>
<hr/>
<p><strong>Importante dizer:</strong> as descrições das faixas do disco são apenas uma interpretação do autor que vos escreve. Como toda obra artística, o disco irá suscitar inúmeras outras reflexões. O que fiz foi apenas um &#8216;apanhado&#8217; inicial do que percebi ao ouvir o álbum. São necessárias muitas e muitas audições para perceber outros temas, interpretações e idiossincrasias &#8211; e isso, com certeza, farei com o maior prazer.</p>
<p>E você, já ouviu <em>Bahia Fantástica</em>? O que achou?</p>
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		<title>Danny Brown ensina como fazer hip hop aos 30</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/hip-hop/danny-brown-ensina-como-fazer-hip-hop-aos-30</link>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 15:48:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hip Hop]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mira]]></category>
		<category><![CDATA[Danny Brown]]></category>

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		<description><![CDATA[Rapper trilhou caminhos do underground no lançamento de <em>XXX</em> no ano passado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Rapper trilhou caminhos do underground no lançamento de <em>XXX</em> no ano passado</h4>
<p>O hip hop de vez em quando parece estar em declínio, mas muita coisa boa por baixo dos panos ainda acontece.</p>
<p>Naturalmente ligado à bagunça sonora &#8211; o que soa como um elogio -, o hip hop muitas vezes se sai melhor quando procura o indistinguível, sem deixar de lado o bom humor e pequenas doses de anarquia sonora.</p>
<p>Poucos conseguem fazer isso com êxito &#8211; e aqui cito Shabazz Palaces, parente direto do Digable Planets que embaçou os olhares dos apreciadores do gênero no ano passado com o lançamento do excelente <a href="http://namiradogroove.com.br/experimental/critica-shabazz-palaces-black-up" title="Crítica do disco 'Black Up', do Shabazz Palaces" target="_blank"><em>Black Up</em></a>.</p>
<p>Outro membro potente desse tal &#8216;hip hop underground&#8217; é Danny Brown. </p>
<p>Os motivos são inúmeros: ele tem uma dicção atropeladora, tem composições engraçadas e, o que mais pode chocar, lançou o primeiro disco aos 30 anos (<em>XXX</em>, 30 em números romanos: esse título já dá uma prévia do impacto que essa idade tem no gênero).</p>
<p><iframe width="100%" height="450" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Fplaylists%2F1026072&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=f70404"></iframe></p>
<p>Danny ainda não é &#8216;tiozinho&#8217;, como muitos fãs poderiam denominar; na verdade, a idade só mostra que a maturidade é essencial para melhor trabalhar sua &#8216;verve juvenil&#8217;. </p>
<p>Nem Snoop Dogg, nos primeiros anos de carreira, conseguiria criar um climão sinistro com letras indiretas em &#8220;Blunt After Blunt&#8221;, que segue em um clima pesado como uma bigorna, mas não chega a assombrar o ouvinte a ponto de deixá-lo com medo. Se fosse lançada nos anos 1990, talvez, Danny atuaria como coadjuvante ao lado de NWA, Dr. DRE ou Notorius B.I.G.</p>
<p>No entanto, algo transgressor não soa como mau exemplo para Danny Brown. Tudo isso faz parte da vida de quem quer desanuviar, independente do contexto político. Há momentos em que ele coloca óculos de intelectual. Em &#8220;Pac Blood&#8221;, ele cita Shakespeare aos 16, Leonardo Da Vinci e até diz que suas rimas têm poder de fazer com que Gandhi fale m*rda. Prova de que pode brincar com símbolos da <em>inteligentsia</em> ou prova de que nada é obstáculo para o rap?</p>
<p>Azealia Banks piraria com a base de &#8220;Radio Song&#8221;, mas jamais teria coragem de confrontar artistas (RZA, P. Diddy) e gravadoras com uma letra rápida e direta. Todos sabemos que um artista para se dar bem precisa de um hit que vá para as rádios, mas por que raios um músico desconhecido do público teria a insolência de criticar um sistema que, provavelmente, possa fazer parte em um futuro não muito distante?</p>
<p>Quando foi lançado no ano passado, <em>XXX</em> ficou em segundo plano. Graças à SPIN Magazine, que o nomeou o <a href="http://www.spin.com/articles/spins-40-best-rap-albums-2011" title="40 melhores discos de hip hop da SPIN" target="_blank">melhor disco de rap de 2011</a>, os olhares voltaram para seu trabalho. </p>
<p>O jornalista <a href="http://www.guardian.co.uk/music/2012/apr/02/new-band-danny-brown" target="_blank">Paul Lester, do The Guardian</a>, comparou <em>XXX</em> a <em>Swordfishtrombones</em> (primeiro de <a href="http://namiradogroove.com.br/tag/tom-waits" target="_blank">Tom Waits</a>) e <em>Trout Mask Replica</em> (disco mais experimental de todos os tempos, de Captain Beefheart) do hip hop.</p>
<p>Para mim, Danny Brown é uma luz que brilha do underground. No player acima, dá pra ouvir o disco <em>XXX</em> na íntegra.</p>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/rCt7ZxMoQyo" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		<title>BNegão e os Seletores de Frequência disponibilizam Sintoniza Lá</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 01:40:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Soul/Funk]]></category>
		<category><![CDATA[Stream]]></category>
		<category><![CDATA[BNegão e os Seletores de Frequência]]></category>

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		<description><![CDATA[Sucessor de <em>Enxugando o Gelo</em> tem referências ecléticas, mas é feito para dançar; ouça na íntegra]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Sucessor de <em>Enxugando o Gelo</em> tem referências ecléticas, mas é feito para dançar; ouça na íntegra</h4>
<p>Já se vão nove anos desde que BNegão e os Seletores de Frequência lançaram <em>Enxugando o Gelo</em>, de forma independente. O ex-membro do Planet Hemp retornou neste ano com tudo com o novíssimo <em>Sintoniza Lá</em>, com todo o seu groove poderoso e letras para serem cantadas em todos os lugares.</p>
<p>O disco tem gafieira (&#8220;Essa é Pra Tocar no Baile&#8221;), um jazz de marcha à lá Hypnotic Brass Ensemble (&#8220;Alteração (ÉA!)&#8221;), rock&#8217;n roll de peso (&#8220;Subconsciente&#8221;) e um riff de baixo que lembra Bill Wyman, dos Rolling Stones, em &#8220;O Mundo (Panela de Pressão)&#8221;.</p>
<p><em>Sintoniza Lá</em> é bem eclético nas referências, mas, em suma, mostra BNegão e os Seletores de Frequência renovados, com letras dançantes que não deixam ninguém parado.</p>
<p>O disco foi disponibilizado na íntegra; ouça abaixo e, em seguida, confira o tracklist:</p>
<p><object width="450" height="230" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" id="onerpm_player_ie"><param value="ids=7849507409453i7927776730385i4552798791819i1330626537162i9151045283740i6916336437324i8878047603638i7533394800918i3145743066204i9071400075418i5766946041033&amp;autostart=false" name="flashvars"><param value="high" name="quality"><param value="always" name="allowScriptAccess"><param value="true" name="allowFullScreen"><param value="http://onerpm.com/var/player_widget/songz.swf" name="src"><param value="true" name="allowfullscreen"><param value="always" name="allowscriptaccess"><embed width="450" height="230" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" quality="high" flashvars="ids=7849507409453i7927776730385i4552798791819i1330626537162i9151045283740i6916336437324i8878047603638i7533394800918i3145743066204i9071400075418i5766946041033&amp;autostart=false" src="http://onerpm.com/var/player_widget/songz.swf" type="application/x-shockwave-flash" id="onerpm_player_ie"><!--[if !IE]>&#8211;>  <!--<![endif]--></object></p>
<p>01 Alteração (ÉA!)<br />
02 O Mundo (Panela De Pressão)<br />
03 Reação (Panela II)<br />
04 Proceder/Caminhar<br />
05 Vamo!<br />
06 Essa é Pra Tocar No Baile<br />
07 Subconsciente<br />
08 Na Tranquila<br />
09 Chega Pra Somar No Groove<br />
10 Bass Do Tambô<br />
11 Sintoniza Lá </p>
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		<title>My Bloody Valentine: &#8220;Good For You&#8221; e detalhes do relançamento de todos os álbuns</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/experimental/my-bloody-valentine-good-for-you-relancamento-albuns</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 18:56:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Experimental]]></category>
		<category><![CDATA[Faixas]]></category>
		<category><![CDATA[My Bloody Valentine]]></category>

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		<description><![CDATA[Caixa especial será lançada dia 7 de maio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Caixa especial será lançada dia 7 de maio</h4>
<p><iframe width="100%" height="166" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F44221588%3Fsecret_token%3Ds-c6hK4&amp;show_artwork=true&amp;secret_url=true&amp;wmode=transparent" wmode="transparent"></iframe></p>
<p><em>Loveless</em> é considerado hoje um dos maiores álbuns dos anos 1990. Nada mais justo para um disco que quebrou barreiras no rock por impor a barulheira do shoegaze junto a composições devastadoras.</p>
<p>Este é um dos maiores legados da banda My Bloody Valentine, que anunciou neste ano o relançamento do EP <em>1988-1991</em> e os discos <em>Isn&#8217;t Anything</em> e o próprio <em>Loveless</em>, de 1991, o último trabalho do grupo. Fãs da banda de Kevin Shields podem se animar: segundo <a href="http://pitchfork.com/news/46058-kevin-shields-teases-new-my-bloody-valentine-lp/" target="_blank">entrevista publicada no Pitchfork</a>, a banda está trabalhando em novo material apesar dos poucos detalhes.</p>
<p>Hoje, o grupo soltou a faixa &#8220;Good For You&#8221;, que está há mais de 20 anos engavetada. Ela tem uma levada mais a ver com <em>Isn&#8217;t Anything</em>, momento em que o grupo estava consolidando suas experimentações com o looping. </p>
<p>As viradas de bateria impressionam e os efeitos de guitarra só reforçam como pode ser confortável deixar-se levar pela sonoridade do MBV, que mais parece uma areia movediça te sugando para um local desconhecido repleto de mistérios.</p>
<p>Ouça &#8220;Good For You&#8221; no player acima. A caixa especial com os relançamentos do MBV sai no dia 7 de maio.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Vídeos da Semana #28: de 20 a 28 de abril</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Apr 2012 14:37:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Emicida]]></category>
		<category><![CDATA[Flaming Lips]]></category>
		<category><![CDATA[Foster the People]]></category>
		<category><![CDATA[Nevilton]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal The Man]]></category>
		<category><![CDATA[The Rapture]]></category>

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		<description><![CDATA[Clipes de Emicida, Flaming Lips, Foster the People, Nevilton, Portugal. The Man e The Rapture]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Veja clipes de Emicida, Flaming Lips, Foster the People, Nevilton, Portugal. The Man e The Rapture</h4>
<p>Já estreou em tudo quanto é canal: &#8220;Zica, Vai Lá!&#8221; foi um estouro não só porque tem Neymar como um dos personagens principais, mas porque tem Emicida como grande divulgador do rap nacional. O sucesso do clipe já era previsível, e ele faz por onde; senão, não estaria aqui nesta lista. </p>
<p>Outro representante da música nacional aqui é o Nevilton, que surge com um vídeo inspirado no OK Go para falar sobre o tempo.</p>
<p>Mas o grande merecedor de melhor clipe ficou para Foster the People, que criou uma interessante trama para mostrar a obsessão de produtores que querem ganhar dinheiro às custas dos artistas.</p>
<p>Confira a seleção dos seis melhores clipes da semana:</p>
<h2>6. Portugal. The Man: &#8220;All Your Light (Times Like These)&#8221;</h2>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/ZonfGts68Y4" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Receber uma cabeça decepada em casa, ainda mais pelo seu filho, não é uma das coisas mais agradáveis. Uma garota que levava sua vida pacata em um trailer, assaltando seus vizinhos junto com uma comparsa, começa a perceber que certas coisas estão deixando-a com enjoo. No entanto, ela não está grávida. A visão daquela cabeça foi bem chocante.</p>
<hr/>
<h2>5. The Rapture: &#8220;How Deep is Your Love&#8221;</h2>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/AoedK3XcoBE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O que a música indie tem a ver com as senhoras negras da terceira idade que se arrumam para ir à igreja aos domingos? Isso é bem improvável. Tanto como perceber como as senhoras religiosas são chiques e vaidosas. A miniatura do vocalista no meio dessa cena só deixa o formato ainda mais estranho.</p>
<hr/>
<h2>4. Emicida: &#8220;Zica, Vai Lá!&#8221;</h2>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/oIofXdI1w5U" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Antes de entrar em campo, fico imaginando a cena: Muricy dando seus últimos conselhos a Neymar antes da partida decisiva. Certamente ele deve falar: &#8216;zica, vai lá!&#8217;. Essa letra tem tudo a ver com um de nossos maiores jogadores de futebol da atualidade, portanto, nada mais oportuno do que chamá-lo para fazer uma participação &#8211; como Pai &#8216;Nei&#8217;, misturando referências que vão de <em>Karatê Kid</em> a <em>Kill Bill</em>. Emicida também está diante de uma luta, e se inspira nos golpes do mestre para conseguir a vitória, no melhor estilo <em>O Grande Dragão Branco</em>. Foi dirigido por Fred Ouro Preto.</p>
<hr/>
<h2>3. Flaming Lips: “Supermoon Made Me Want To Pee” (Ft. Prefuse 73)</h2>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/yJR3RBwwHlg" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O mundo está em decadência. Mata-se por míseros trocados, vovós empunham gigantes metralhadoras, bebês gigantes choram em jaulas, o saneamento básico foi um serviço deletado pelos mandatários&#8230; Todas as almas estão perdidas. Essa canção onírica do Flaming Lips parece ter sido composta justamente para esse momento de transição: do terror à resignação da morte. O final do clipe é engraçado. Foi dirigido pela turma do Okayvideo.</p>
<hr/>
<h2>2. Nevilton: &#8220;Tempo de Maracujá&#8221;</h2>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/xFqoIiDysuM" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Só de ver a imagem do vídeo, já lembramos na hora do OK Go. Aqui, a banda de Umuarama (Paraná) deixa a câmera parada e trabalha com movimentos rápidos, para simular que o tempo não está do lado de ninguém. Muitas coisas acontecem enquanto os relógios humanos seguem em contagem regressiva. Foi dirigido por Edson Oda.</p>
<hr/>
<h2>1. Foster the People: &#8220;Houdini&#8221;</h2>
<div style="background-color:#000000;width:630px;">
<div style="padding:4px;"><iframe src="http://media.mtvnservices.com/mgid:uma:video:mtv.com:761507/cp~id%3D1518071%26vid%3D761507%26instance%3Dmtv%26uri%3Dmgid%3Auma%3Avideo%3Amtv.com%3A761507" width="630" height="350" frameborder="0"></iframe></div>
</div>
<p>O Foster the People se tornou uma das bandas mais adoradas no Brasil, principalmente após o show no Lollapalooza. Mas o lado criativo deles, na minha opinião, é mais aguçado ainda nos clipes. Aqui, a banda sofreu um acidente enquanto ensaiava para um videoclipe. No entanto, eles têm uma apresentação importante no dia seguinte, e não podem deixar de ir. Mas, como se vai a uma apresentação depois de morto? A ideia é revigorá-los de alguma forma: seja como marionetes, como objetos manipuláveis&#8230; Foi dirigido por Daniel Scheinert e Daniel Kwan.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Na íntegra: Arrocha, de Curumin</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/experimental/na-integra-arrocha-de-curumin</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 19:19:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Experimental]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Stream]]></category>
		<category><![CDATA[Curumin]]></category>

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		<description><![CDATA[Sucessor de <em>Japan Pop Show</em> será oficialmente lançado no dia 5 de maio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Sucessor de <em>Japan Pop Show</em> será oficialmente lançado no dia 5 de maio</h4>
<p><iframe width="100%" height="450" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Fusers%2F12533426&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=f70404"></iframe></p>
<p>Dia 5 de maio é a data oficial de lançamento do disco <em>Arrocha</em>, de Curumin. Mas o músico já disponibilizou em seu SoundCloud oficial o aguardado terceiro disco que, segundo ele, não será tão político quanto <a href="http://namiradogroove.com.br/experimental/grandes-albuns-curumin-japan-pop-show-2008" title="Grandes Álbuns: 'Japan Pop Show', de Curumin" target="_blank"><em>Japan Pop Show</em></a>.</p>
<p>Em uma primeira audição, percebi um clima mais intimista, com direito até a faixas acústicas &#8211; como &#8220;Paris Vila Matilde&#8221;, com uma composição que lembra bastante <a href="http://namiradogroove.com.br/entrevistas/entrevista-rodrigo-campos" title="Entrevista exclusiva com Rodrigo Campos" target="_blank">Rodrigo Campos</a>.</p>
<p>As desconstruções pop, que caem tão bem em sua voz, surgem logo na primeira faixa, &#8220;Afoxoque&#8221;. &#8216;BlimBlim&#8221; é quase um delírio musical; parece ter sido influenciado por alguma insanidade do Stanley Kubrick.</p>
<p>Estou ouvindo aos poucos, mas fiquei bem impressionado com a flutuação instrumental de &#8220;Tupãzinho Guerrero&#8221;, que lembra as faixas de interlúdio do disco anterior, com uma pitada de Alfred Hitchcock e Run-DMC.</p>
<p>&#8220;Doce&#8221; é uma faixa que comprova essa proximidade de Curumin com a natureza, ao dizer calmamente, em uma levada dub, que sente &#8216;o cheiro do rio doce&#8217;. &#8220;Acorda&#8221; parece que foi criada em um ambiente pitoresco de <em>Avatar</em>.</p>
<p>Ouça o disco <em>Arrocha</em> na íntegra no player acima. Confira o tracklist do disco:</p>
<p>01 Afoxoque<br />
02 Selvage<br />
03 Treme Terra<br />
04 Passarinho<br />
05 Paris Vila Matilde<br />
06 Tupãzinho Guerreiro<br />
07 Vestido de Prata<br />
08 Doce<br />
09 Blinblin (Intro)<br />
10 Blinblin<br />
11 Sapo Garimpeiro<br />
12 Acorda<br />
13 Pra Nunca Mais<br />
14 Bambora</p>
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		<title>O tempo passa, até mesmo para o Racionais MCs</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/showsfestivais/racionais-mcs-sesc-pompeia-27-abril-2012</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 17:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Rap Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Shows/Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[Racionais MCs]]></category>

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		<description><![CDATA[No primeiro de quatro shows no Sesc Pompeia, uma banca da pesada: Lino Cris, Dexter, Projota...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>No primeiro de quatro shows no Sesc Pompeia, Mano Brown e companhia focam nos últimos trabalhos com uma banca da pesada: Lino Cris, Dexter, Projota e muito mais</h4>
<p>No palco, o Racionais MCs funciona como um Odd Future, com a diferença de ter mais de 25 anos de experiência no currículo. Quando se vê mais de 10 pessoas juntas em um pequeno espaço, temos uma impressão opressiva de que eles vão derrubar tudo. E a ideia é mesmo essa: derrubar com as rimas costumeiramente fortes e pesadas.</p>
<blockquote><p>Ficou no ar indícios de que o Racionais quer elevar-se como família e que suas próprias produções tendem a ficar em segundo plano</p></blockquote>
<p>Só que, de 2002 pra cá, muita coisa mudou pro Racionais. <em>Nada Como Um Dia Após o Outro Dia</em> é direto e reto, mas as últimas faixas do grupo (que não estão em nenhum CD) mostram que eles também estão evoluindo, por mais estranho que isso possa parecer.</p>
<p>O rap está lá, mas Mano Brown e companhia estão mais funky, mais dançantes, numa pegada mais salão. Há vinte anos atrás, quem imaginaria que eles teriam um backing vocal potente como Lino Cris? Ou que teriam alguma relação com a emblemática Banda Black Rio?</p>
<p>Pois é, estes caminhos de mudança ficaram evidentes no primeiro show do grupo, realizado ontem (27 de abril) no Sesc Pompeia. </p>
<p>Eles abriram com <del datetime="2012-04-29T17:29:31+00:00">&#8220;Da Ponte Pra Cá&#8221;</del> &#8220;1 Por Amor 2 Por Dinheiro&#8221; (como bem observou DJ Cia). Houve uma sequência de canções de <em>Nada Como Um Dia&#8230;</em>, mas quem aguardava canções clássicas como &#8220;Homem na Estrada&#8221;, &#8220;Fim de Semana no Parque&#8221; ou &#8220;Rapaz Comum&#8221; provavelmente se decepcionou. Tirando &#8220;Diário de um Detento&#8221;, o repertório focou no último disco (de 2002!) e nas novas faixas que pululam na rede, como &#8220;Cores e Valores&#8221; e &#8220;Mente do Vilão&#8221;.</p>
<p>No show, Mano Brown foi o destaque esperado. Como líder da gang, deixou o público rouco de tanto cantar com &#8220;Vida Loka Parte I&#8221; e &#8220;V.L. Pt. II&#8221;. Ice Blue, com seu vocal de presença, surgiu como coadjuvante natural, enquanto os outros integrantes faziam gesticulações para interpretar as letras das músicas.</p>
<p>Edi Rock, que assina pelo menos metade de todo o repertório dos Racionais, ficou um pouco ofuscado. Compensou ao cantar a primeira metade de &#8220;Negro Drama&#8221; e &#8220;A Vítima&#8221;. Mas sua estrela brilhou mesmo quando tocou a novíssima <a href="http://namiradogroove.com.br/hip-hop/rap-nacional/edy-rocky-racionais-thats-my-way-seu-jorge-album-solo" title="Edi Rock lança “That’s My Way”, faixa com Seu Jorge" target="_blank">&#8220;That&#8217;s My Way&#8221;</a>, de seu aguardado disco solo. Lino Cris evocou o refrão se inspirando nos bailes funk dos anos 70, com um vozeirão que cumpriu o difícil papel de substituir Seu Jorge.</p>
<p>Mano Brown anunciou a entrada de Dexter como a grande surpresa da noite (ele tocou &#8220;Oitavo Anjo&#8221;, do 509-E), mas choque mesmo foi o repentino surgimento de Projota, que tocou a sua conhecida &#8220;Não Há Lugar no Mundo Melhor que o Nosso Lugar&#8221;. </p>
<p>Isso prova que o grupo está antenado com as novas figuras da cena. Ficou no ar indícios de que o Racionais quer elevar-se como família e que suas próprias produções tendem a ficar em segundo plano. Eles querem abraçar a nova cena, mas no sentido de querer produzir, propagar, recomendar, fortalecer. Um provável disco novo é consequência natural com o atual andamento das coisas.</p>
<p>O Racionais está começando a perceber que é uma lenda &#8211; assim como o novo disco. O tempo passou e os próprios integrantes se descobriram melhor durante esse longo hiato. No palco, o clima eletrizante perdura. Mas, se você quer ir ao show em busca de nostalgia, esqueça; fique nos CDs.</p>
<p>***</p>
<p>Racionais continua com as apresentações no Sesc Pompeia nos dias 27 (hoje), 28 e 29 de abril. Ingresso é ouro: estão todos esgotados!</p>
<p><strong>Créditos da imagem:</strong> Leonardo Soares, para o UOL Música.</p>
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		<item>
		<title>Crítica: Jack White &#124; Blunderbuss</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/rock/critica-jack-white-blunderbuss</link>
		<comments>http://namiradogroove.com.br/rock/critica-jack-white-blunderbuss#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 19:05:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[4stars]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Jack White]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://namiradogroove.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Jack-White-Blunderbuss.jpg" alt="" title="" width="100" height="100" class="alignleft size-full wp-image-10330" />[rating:4]

Jack White - o cara que trouxe o blues sujo ao hype com o White Stripes, além de experimentar outras habilidades como instrumentista nas bandas The Racounteurs e Dead Weather - se aprofunda nas raízes do rock, como folk ("Love Interruption"), country ("Blunderbuss"), rockabilly ("I'm Shaking", cover de Rudy Toombs) e até mesmo buscando requintes mais orquestrais, como na sequência "Hypocritical Kiss" e "Weep Themselves to Sleep".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Primeiro disco solo enaltece todas as vertentes do rock já exploradas pelo ex-líder do White Stripes</h4>
<p><div id="attachment_10330" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img src="http://namiradogroove.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Jack-White-Blunderbuss.jpg" alt="" title="" width="200" height="200" class="size-full wp-image-10330" /><p class="wp-caption-text">01 Missing Pieces<br />
02 Sixteen Saltines<br />
03 Freedom At 21<br />
04 Love Interruption<br />
05 Blunderbuss<br />
06 Hypocritical Kiss<br />
07 Weep Themselves To Sleep<br />
08 I’m Shakin’<br />
09 Trash Tongue Talker<br />
10 Hip (Eponymous) Poor Boy<br />
11 I Guess I Should Go To Sleep<br />
12 On And On And On<br />
13 Take Me With You When You Go</p></div><strong>Gravadora:</strong> Third Man/Columbia<br />
4 out of 5 stars</p>
<p>O rock não encontrou seu salvador, mas talvez o seu expoente mais habilidoso atualmente. <em>Blunderbuss</em> confirma essa famigerada subtese.</p>
<p><strong>Leia também:</strong> <a href="http://namiradogroove.com.br/rock/faixa-faixa-jack-white-blunderbuss-ouca-na-integra" title="Faixa a Faixa: Jack White | Blunderbuss (ouça na íntegra)" target="_blank">Faixa a faixa do disco <em>Blunderbuss</em>, de Jack White</a></p>
<p>Jack White &#8211; o cara que trouxe o blues sujo ao hype com o White Stripes, além de experimentar outras habilidades como instrumentista nas bandas The Racounteurs e Dead Weather &#8211; se aprofunda nas raízes do rock, como folk (&#8220;Love Interruption&#8221;), country (&#8220;Blunderbuss&#8221;), rockabilly (&#8220;I&#8217;m Shaking&#8221;, cover de Rudy Toombs) e até mesmo buscando requintes mais orquestrais, como na sequência &#8220;Hypocritical Kiss&#8221; e &#8220;Weep Themselves to Sleep&#8221;.</p>
<p>A extrema habilidade musical de White impressiona até mesmo quem já é iniciado em seu som há um bom tempo. Nas guitarras, ele dá pintas de mestre na segunda metade de &#8220;Freedom At 21&#8243;, que fala de uma mulher que, em pleno século XXI, pode ser tão libertina quanto qualquer incauto que se acha valente com uma arma na mão. Esta canção é apenas uma pequena comprovação de que White tem o dom de trabalhar melhor quando se inspira em mulheres (foi ele mesmo quem disse <a href="http://www.nytimes.com/2012/04/08/magazine/jack-white-is-the-savviest-rock-star-of-our-time.html?_r=1" title="Perfil de Jack White no NY Times: Jack Outside the Box" target="_blank">neste gigantesco perfil do New York Times</a>).</p>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/iErNRBTPbEc" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>White também não é só rock&#8217;n roll. Quando assume o piano, busca um quê de classicismo &#8211; mas com pequenas pitadas rebeldes, para cair no gosto dos fãs e apreciadores de sua música. Em &#8220;Trash Tongue Talker&#8221;, ele dá uma espécie de quarta marcha em &#8220;Loving Cup&#8221;, canção que teve a honra de tocar junto nos palcos com os Rolling Stones.</p>
<p>O disco é meticulosamente sequencial. White tomou o cuidado para que o ouvinte se lambuze sem enjoos de cada um dos ritmos que explora: nas três primeiras faixas, busca o rock&#8217;n roll; nas duas seguintes, folk e contry; as duas próximas, baladas ao piano; as quatro seguintes, o rock dos anos 50-60. </p>
<p>&#8220;On and On and On&#8221;, que é a penúltima, é uma balada setentista, daquelas que agradaria Lionel Ritchie.</p>
<p>A última faixa, &#8220;Take Me With You&#8221;, é uma fuzarca que incorpora quase todos os elementos musicais explorados em <em>Blunderbuss</em>. Como a própria letra diz, essa poligamia de ritmos incrustou-se, definitivamente, na arte musical de Jack White.</p>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/DsixWMdScUI" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Melhores Faixas:</strong> &#8220;Sixteen Saltines&#8221;, &#8220;Freedom At 21&#8243;, &#8220;Weep Themselves to Sleep&#8221;, &#8220;Take Me With You When You Go&#8221;.</p>
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		<title>Rush: &#8220;Headlong Flight&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 15:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Faixas]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Rush]]></category>

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		<description><![CDATA[Power trio lança neste ano o disco <em>Clockwork Angels</em>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Power trio lança neste ano o disco <em>Clockwork Angels</em></h4>
<p>Para os fãs de rock, uma das melhores surpresas é saber que 2012 é ano de disco novo do Rush. Mas, quem ainda não ouviu a bela faixa &#8220;Headlong Flight&#8221;, vai se surpreender ainda mais &#8211; ou não. Digo surpreender por conta da dinâmica do power trio, que se prova mais eficaz do que nunca.</p>
<p>Os riffs de Alex Lifeson estão mais potentes que qualquer canção do Foo Fighters. Seus solos nesta faixa deixariam Kirk Hammett com uma inveja danada. E a bateria de Neil Peart&#8230; Bom, é um caso à parte.</p>
<p>O nome do novo disco do Rush será <em>Clockwork Angels</em>, com data de lançamento prevista para 12 de junho.</p>
<p>Sem firulas, ouça acima a canção &#8220;Headlong Flight&#8221; em um lyric video. Antecipadamente, uma das melhores músicas do ano.</p>
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		<title>Nevilton: clipe de &#8220;Tempo de Maracujá&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 12:34:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Rock Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Nevilton]]></category>

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		<description><![CDATA[Canção integra o disco <em>De Verdade</em>, um dos destaques nacionais do ano passado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Canção integra o disco <em>De Verdade</em>, um dos destaques nacionais do ano passado</h4>
<p>Muitas coisas podem acontecer em uma câmera parada com o REC pressionado. O risco de chegar à monotonia é grande, mas isso passa longe no novo clipe da banda Nevilton, que lançou no ano passado o disco <em>De Verdade</em>, considerado um dos <a href="http://namiradogroove.com.br/listas-na-mira-do-groove/30-melhores-albuns-discos-nacionais-de-2011/" title="Os 30 Melhores Álbuns Nacionais de 2011: Na Mira do Groove" target="_blank">30 Melhores Álbuns Nacionais</a> do <strong>Na Mira</strong>.</p>
<p>Enquanto simula um relógio em contagem regressiva, o vídeo mostra uma mulher se casando, rapazes com vestimentas judaicas, a pressa ao tentar concretizar um trabalho com perfeição e muitas outras cenas. Como bem disse o <a href="http://fitabruta.com.br/2012/04/video-nevilton-tempos-de-maracuja/" target="_blank">Fita Bruta</a>, lembra um pouco o pessoal do OK Go.</p>
<p>Confira o clipe de &#8220;Tempo de Maracujá&#8221; no player acima. Para conhecer mais sobre o Nevilton, <a href="http://namiradogroove.com.br/rock/rock-nacional/nevilton-rock-de-verdade" title="Nevilton e o rock de verdade" target="_blank">visite este post</a>.</p>
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		<title>The Beach Boys: &#8220;That&#8217;s Why God Made the Radio&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 18:29:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Faixas]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Beach Boys]]></category>

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		<description><![CDATA[Grupo comemora 50 anos em 2012 e deve lançar disco de inéditas dia 5 de junho]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Grupo comemora 50 anos em 2012 e deve lançar disco de inéditas dia 5 de junho</h4>
<p>Neste ano, os Beach Boys anunciaram uma turnê para comemorar os 50 anos do grupo. Nesta semana, eles chocaram os fãs ao anunciarem um novo disco de inéditas no dia 5 de junho.</p>
<p>E, hoje, eles lançaram o single &#8220;That&#8217;s Why God Made the Radio&#8221;, que parece provar de uma vez por todas que Brian Wilson superou as antigas desavenças com Mike Love (será?).</p>
<p>A canção segue naquela linha praieira, com arranjos orquestrais e requintes modernos de produção. Ouça no lyric video acima.</p>
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		<title>Documentário: Marley</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 17:47:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Reggae]]></category>
		<category><![CDATA[Bob Marley]]></category>

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		<description><![CDATA[O <strong>Na Mira</strong> viu o filme que fala sobre a complexa vida de Bob Marley. Saiba como foi]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>O <strong>Na Mira</strong> viu o filme que fala sobre a complexa vida de Bob Marley. Saiba como foi</h4>
<p>Bob Marley levou um tiro em 1976. Esse episódio pode ter sido uma amargura para o cantor, mas foi crucial para que ele abraçasse o mundo com o lançamento do mundialmente conhecido <em>Exodus</em>, gravado um ano depois na Inglaterra, país em que o cantor decidiu dar um tempo para &#8216;acalmar os ânimos&#8217; na Jamaica.</p>
<p>A caminhada do cantor e ativista até conquistar o encantamento global com <a href="http://www.youtube.com/watch?v=sonYFxHHvaM" title="Ouça 'One Love'" target="_blank">&#8220;One Love&#8221;</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=LanCLS_hIo4" title="Ouça 'Three Little Birds'" target="_blank">&#8220;Three Little Birds&#8221;</a> foi longa e cheia de pedregulhos. </p>
<hr/>
<p><strong>Confira também:</strong><br />
&bull; <a href="http://namiradogroove.com.br/reggae/na-integra-trilha-sonora-filme-marley" target="_blank">Ouça na íntegra a trilha sonora de Marley</a><br />
&bull; <a href="http://namiradogroove.com.br/tag/bob-marley-30-anos" target="_blank">Especial Bob Marley 30 anos: melhores músicas, melhores discos e mais informações sobre o rei do reggae</a></p>
<hr/>
<p>Resgatar a história deste que foi um dos maiores músicos do século passado tornou-se missão do diretor Kevin McDonald, que não teve medo de enfrentar as principais discussões acerca de Bob: religião rastafari, sucesso, inveja, promiscuidade (ele é pai de 11 filhos com 7 mulheres diferentes), internacionalismo, oportunidades, maconha. Mas também não esconde a magia de um músico carismático, talentoso, humilde, lacônico, líder.</p>
<p>Facetas que você conhece são mostradas, mas há muito com o que surpreender em <em>Marley</em>, lançado nos Estados Unidos em <a href="http://namiradogroove.com.br/discussoestendencias/carta-aberta-de-ziggy-marley-sobre-o-420-celebrado-em-20-de-abril" title="Carta aberta de Ziggy Marley sobre o 420" target="_blank">20 de abril (420)</a>, dia em que se discute a relevância da maconha na sociedade. (No Brasil, no entanto, ainda não há previsão de lançamento.)</p>
<p>O longa traz depoimentos de Rita Marley, Ziggy e sua filha Cedella Marley (que em alguns momentos parece meio cética em relação ao pai, já que o presenciou &#8216;traindo&#8217; sua mãe Rita algumas vezes), mas os discursos mais valiosos vêm de:</p>
<p>&bull; Bunny Wailer, que esclarece o rompimento dele e Peter Tosh com Bob, trio que formava o The Wailers original;<br />
&bull; O diretor artístico Neville Garrick, um dos que mais revelam a história do mito após 1974, quando dava os primeiros passos para o estrelato;<br />
&bull;Lee &#8216;Scratch&#8217; Perry, que, no pouco que fala, diz ter buscado essa afeição espiritual do músico após as frustrações comerciais de Bob com o produtor Coxsone Dodd.</p>
<p>(Sobre Coxsone, tem uma história reveladora sobre a música <a href="http://www.youtube.com/watch?v=TnBcFZZowAI" title="Ouça 'Duppy Conqueror'" target="_blank">&#8220;Duppy Conqueror&#8221;</a>, que não ousarei comentar. Há também uma bela versão gospel de &#8220;No Woman No Cry&#8221;, com Peter Tosh nos pianos, desconhecida do público.)</p>
<p>Muitos devem se perguntar o porquê da demora de um documentário sobre Bob Marley. No ano passado, completou-se <a href="http://namiradogroove.com.br/tag/bob-marley-30-anos" title="Especial Bob Marley 30 anos" target="_blank">30 anos de sua morte</a>. No entanto, muitos jornalistas e produtores foram barrados ao realizar um trabalho audiovisual sobre o músico, muito por conta da confusão que se tornou os direitos autorais do músico. Briga-se muito sobre a possessão das primeiras músicas de Bob (tipo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=V9sAJcLr3bA" title="Ouça 'Brain Washing'" target="_blank">&#8220;Brain Washing&#8221;</a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ItIkqcss0iU" title="Ouça 'Simmer Down'" target="_blank">&#8220;Simmer Down&#8221;</a>), porque na Jamaica não havia uma diretriz para os artistas serem donos de seus próprios singles. Sem falar que Rita, que detém boa parte do patrimônio de Bob, não era de permitir que qualquer trabalho sobre o músico fosse lançado.</p>
<p>Em <em>Marley</em>, assinam a produção executiva Ziggy Marley e Chris Blackwell, produtor musical que praticamente moldou Bob em suas primeiras turnês internacionais (e também o arquétipo capitalista que tornou-se o principal motivo para a dissolução dos Wailers originais).</p>
<p>Bob Marley não era de temores. Quando foi baleado em 1976, às vésperas de se apresentar no primeiro <em>One Love Concert</em>, não hesitou e se apresentou de graça para uma plateia que precisava superar a crise política instaurada pelos partidos JLP (conservador) e PNP (socialista). </p>
<p>Foi o teste que ele precisava para tornar-se um ícone da paz mundial. Depois disso, voltou à Jamaica e fez os líderes de oposição Edward Seaga (JLP) e Michael Manley (PNP) darem as mãos. Ele foi persuadido por membros de ambos os partidos a voltar à Jamaica, pois sua presença, de forte impacto, era necessária para que a violência cessasse ou, ao menos, diminuísse.</p>
<p>Um ano depois, visitou a África e viu que tinha uma nova missão após conhecer o Gabão. Pouco depois, ele já estava comprometido com a independência do Zimbábue, cravando um hino (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=AqQo1a_Mt24" title="Ouça 'Zimbabwe'" target="_blank">&#8220;Zimbabwe&#8221;</a>) que tornou-se destaque de um de seus discos mais importantes: <a href="http://namiradogroove.com.br/reggae/grandes-albuns-9-bob-marley-survival" title="Grandes Álbuns: 'Survival', de Bob Marley" target="_blank"><em>Survival</em></a>.</p>
<p>Para ele, a vida era uma passagem e não significava nada se não fosse empenhada para tornar a vida do outro melhor, ou menos miserável. No documentário <em>Marley</em> você certificará de que, quando se fala de Bob Marley, esse papo está longe de ser demagogia.</p>
<p><em>Marley</em> poderia ser o documentário definitivo do músico, se Bob não fosse tão complexo. Como diz a letra de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=OFGgbT_VasI" title="Ouça 'Redemption Song'" target="_blank">&#8220;Redemption Song&#8221;</a>: &#8216;temos que preencher o livro&#8217;. Digamos que boas páginas a mais foram escritas aqui.</p>
<p><iframe width="630" height="350" src="http://www.youtube.com/embed/3b8oMsvKKfU" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Crítica: De La Soul&#8217;s Plug 1 &amp; Plug 2 &#124; First Serve</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/hip-hop/critica-de-la-soul-plug-1-plug-2-first-serve</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 22:03:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[4stars]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Hip Hop]]></category>
		<category><![CDATA[Soul/Funk]]></category>
		<category><![CDATA[De La Soul]]></category>

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		<description><![CDATA[<img src="http://namiradogroove.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/De-La-Soul-First-Serve-Plug-1-Plug-2.jpg" alt="" title="" width="100" height="100" class="alignleft size-full wp-image-10271" />[rating:4]

Plug 1 &#38; Plug 2 é a denominação que ficou para os rappers Posdnuos e Dave, que retornam sem o Maseo com o De La Soul. Não muda muita coisa - na realidade, quase nada. O que os rappers fizeram foi criar uma pequena anedota, que mostra as aventuras amalucadas de dois quarentões do hip hop que mostram que a diversão que o ritmo pode trazer está longe de acabar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Sem Maseo, os rappers Posdnuos e Dave continuam alegrando as pistas com muito funk, soul, disco e &#8211; claro &#8211; hip hop</h4>
<p><div id="attachment_10271" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img src="http://namiradogroove.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/De-La-Soul-First-Serve-Plug-1-Plug-2.jpg" alt="" title="" width="200" height="200" class="size-full wp-image-10271" /><p class="wp-caption-text">01 Opening Credits<br />
02 Pushin' Aside Pushin' Along<br />
03 The Work<br />
04 Small Disasters<br />
05 We Made It<br />
06 We Made It (Interlude)<br />
07 Must B The Music<br />
08 Goon TV (Interlude)<br />
09 The Book of Life<br />
10 Clash Symphony<br />
11 Pop Life<br />
12 Tennis<br />
13 The Top Chefs<br />
14 Backstage (Interlude)<br />
15 Move 'Em In Move 'Em Out<br />
16 Ending Credits</p></div><strong>Gravadora: </strong>Serve<br />
4 out of 5 stars</p>
<p>Plug 1 &amp; Plug 2 é a denominação que ficou para os rappers Posdnuos e Dave, que retornam sem o Maseo com o De La Soul. Não muda muita coisa &#8211; na realidade, quase nada. O que os rappers fizeram foi criar uma pequena anedota, que mostra as aventuras amalucadas de dois quarentões do hip hop que mostram que a diversão que o ritmo pode trazer está longe de acabar.</p>
<p><em>First Serve</em>, que veio após um hiato de oito anos (o último, <em>The Grind Date</em>, é de 2004), é festança do começo ao fim.</p>
<p>E, nesse quesito, mesmo os integrantes do Black Eyed Peas parecem meros amadores e deveriam aprender como misturar disco (&#8220;Must B the Music&#8221;), funk (&#8220;We Made It&#8221;), um blues que ecoa bonito em &#8220;Pop Life&#8221;, ou mesmo o rap cru típico para pular em estádios (&#8220;Move &#8216;Em In, Move &#8216;Em Out&#8221;). </p>
<p>A vontade que dá de esbravejar é: esqueça David Ghetta e aquele pop megalomaníaco que incomodam os tímpanos &#8211; faça sua festa com Plug 1 &amp; Plug 2.</p>
<p>Como é de costume do De La Soul, o disco tem mais de 15 faixas, mas não soa nem um pouco cansativo. Poderia dizer que é por causa dos interlúdios ou das brincadeiras entre uma track e outra, que só reforçam a declaração de que <em>First Serve</em> é a &#8220;trilha sonora para um filme que ainda está para ser feito, uma fábula de nossos tempos&#8221;. Quem sabe Spike Lee não acabe tendo uma luz, hã?</p>
<p>Petardos como &#8220;Pushin&#8217; Aside Pushin&#8217; Along&#8221; (uma das músicas que mais ouvi neste 2012), &#8220;Clash Symphony&#8221;, &#8220;Small Disasters&#8221; e muitos outros mostram como é possível criar uma ligação com soul, hip, hop, jazz, funk e R&amp;B, ou seja, os principais gêneros negros. Até mesmo experimentos com a gaita à lá <em>The Freewheelin&#8217; Bob Dylan</em> aparecem aqui, no som de &#8220;The Book of Life&#8221;.</p>
<p>O De La Soul é mestre na arte de experimentações sem pretensões. O fator diversão é garantido, enquanto seus ouvidos agradecem. </p>
<p>E <em>First Serve</em>, é bom dizer, é apenas uma amostra de como devemos devotar respeito ao legado do De La Soul.</p>
<p><iframe width="100%" height="450" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Fusers%2F5530198&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=f70404"></iframe></p>
<p><strong>Melhores Faixas:</strong> &#8220;Pushin&#8217; Aside Pushin&#8217; Along&#8221;, &#8220;We Made It&#8221;, &#8220;Must B The Music&#8221;, &#8220;Pop Life&#8221;, &#8220;Move &#8216;Em In Move &#8216;Em Out&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Macaco Bong + Rodrigo Gomez: &#8220;Faixa 1&#8243;</title>
		<link>http://namiradogroove.com.br/rock/rock-instrumental/macaco-bong-rodrigo-gomez-faixa-1</link>
		<comments>http://namiradogroove.com.br/rock/rock-instrumental/macaco-bong-rodrigo-gomez-faixa-1#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 16:28:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Faixas]]></category>
		<category><![CDATA[Rock Instrumental]]></category>
		<category><![CDATA[Macaco Bong]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Gomez]]></category>

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		<description><![CDATA[Grupo de música instrumental fez experimentos bem-sucedidos com músico argentino]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Grupo de música instrumental fez experimentos bem-sucedidos com músico argentino</h4>
<p><iframe width="100%" height="166" scrolling="no" frameborder="no" src="http://w.soundcloud.com/player/?url=http%3A%2F%2Fapi.soundcloud.com%2Ftracks%2F44145899&amp;auto_play=false&amp;show_artwork=true&amp;color=f70404"></iframe></p>
<p>Na verdade, a música não tem nome mesmo. Mas ela é tão boa, pesada e impactante, que seria bobeira das grandes não mencioná-la neste espaço.</p>
<p>Nesta faixa, o Macaco Bong chamou o músico argentino Rodrigo Gomez (com seu Proyecto Gomez) para fazer uma experiência pra lá de maluca. A bateria de Ynaiã Benthroldo em meio a loopings de sintetizadores e guitarras melódicas abstratas flutuam em referências que vão do minimalismo ao drum&#8217;n bass.</p>
<p>De início, acho que busca algo lá em <em>The King of Limbs</em>, até que chega a um ragga fervoroso. Mas os músicos se desprendem de forma tão anárquica, que qualquer comparação pode soar um absurdo grotesco. </p>
<p>Confira a tal &#8220;Faixa 1&#8243; no player acima. Se o público gostar, o Macaco Bong promete postar mais. (Por mim, solta tudo!)</p>
<p>Além disso, o grupo fez uma &#8216;regravação&#8217; de algumas faixas de <em>Artista Igual Pedreiro</em>, talvez para celebrar a entrada definitiva do baixista Gabriel Murilo. A regravação, você pode conferir no <a href="http://soundcloud.com/macacobongtec/sets/artistaigualpedreiro" target="_blank">Soundcloud da banda</a>.</p>
<p>O aguardado segundo disco do Macaco Bong, <em>This Is Rolê</em>, deve sair em maio deste ano.</p>
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